Quatorze anos de desigualdade: mulheres na carreira acadêmica de Filosofia no Brasil entre 2004 e 2017
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2318-9800.v24i1p13-33Palavras-chave:
Mulheres, Filosofia, Brasil, Carreira acadêmica, GêneroResumo
Este estudo analisa os números de discentes e docentes na Graduação e Pós-Graduação em Filosofia no Brasil a partir dos dados oficiais do INEP e da CAPES de 2004 a 2017. As mulheres são, em média, 36,44% dos graduandos, 30,6% dos mestrandos, 26,98% dos doutorandos e 20,14% dos docentes de pós-graduação. Ele mostra que, na carreira acadêmica, as chances do profissional do sexo masculino são, em média, 2,3 vezes maiores do que as do profissional de sexo feminino. Ademais, indica que há uma tendência aumento da desigualdade ao longo dos últimos 14 anos.
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