Inventários e Testamentos como documentos linguísticos

Autores

  • Célia Maria Moraes de Castilho Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-9419.v13i1p269-286

Palavras-chave:

Linguística histórica. História do português brasileiro de São Paulo. Inventários e testamentos como documentos linguísticos. Perfil sociolinguístico dos escrivães portugueses, paulistanos e parnaibanos.

Resumo

O objetivo deste artigo é apresentar uma categorização sócio-histórica dos autores dos Inventários e Testamentos, escritos em São Paulo nos séc. XVI e XVII. Juntamente com as Atas da Câmara da Vila de São Paulo, são estes os documentos públicos mais antigos da cidade. Para atingir esse objetivo, dividi o trabalho em três partes: (i) notas para a história social de São Paulo em seus primeiros séculos, (ii) o português europeu médio e o protocaipira, (iii) os Inventários e Testamentos como documentos linguísticos. Enumero num anexo os escrivães portugueses, paulistas e estrangeiros autores desses documentos, objetivando facilitar sua utilização. Nas Conclusões, estudo a distribuição percentual dos autores de Inventários e Testamentos de acordo com sua origem, e avanço algumas hipóteses sobre a mudança linguística do Português Paulista com base nesses dados.

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Biografia do Autor

Célia Maria Moraes de Castilho, Universidade de São Paulo

Pós-doutoranda, DLCV / USP, sob a supervisão da Profa. Dra. Marilza de Oliveira. Bolsa Fapesp 06/56510-3.

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Publicado

2011-06-04

Como Citar

Castilho, C. M. M. de. (2011). Inventários e Testamentos como documentos linguísticos. Filologia E Linguística Portuguesa, 13(1), 269-286. https://doi.org/10.11606/issn.2176-9419.v13i1p269-286

Edição

Seção

Artigos