Existe diferença na mobilização precoce entre os pacientes clínicos e cirúrgicos ventilados mecanicamente em UTI?

Autores

  • Carla Alessandra de Matos Faculdade Anglo-Americano
  • Jessica Barbosa de Meneses Faculdade Anglo-Americano
  • Suzane Chaves Machado Bucoski Faculdade Anglo-Americano
  • Cintia Teixeira Rossato Mora Hospital Ministro Costa Cavalcante
  • Andersom Ricardo Fréz Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO); Departamento de Fisioterapia
  • Christiane Riedi Daniel Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO); Departamento de Fisioterapia

DOI:

https://doi.org/10.1590/1809-2950/13965623022016

Resumo

O objetivo deste estudo foi realizar um levantamento das práticas relacionadas à mobilização dos pacientes internados em uma UTI geral, comparando-os por tipo de intervenção (clínica ou cirúrgica). Trata-se de análise retrospectiva de prontuários de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, na cidade de Foz do Iguaçu (PR), dos quais foram retiradas as seguintes informações: tempo decorrido para sentar fora do leito pela primeira vez, realização de exercícios ativos, desmame da ventilação mecânica, internação em UTI, diagnóstico, gênero e idade. Foram incluídos na pesquisa 105 participantes, sendo 44 (41,9%) pacientes cirúrgicos, 61 (58,1%) do gênero masculino, com média de 61,1 anos (±18,5) para pacientes clínicos e 60,4 (±14,9) para cirúrgicos. Foi observada diferença estatística em relação ao tempo decorrido para sentar fora do leito, transcorrendo 3 ± 4 dias para os clínicos e 3,1 ± 4,5 para os cirúrgicos (p = 0,02). Não foram observadas diferenças entre pacientes clínicos e cirúrgicos na realização dos exercícios ativos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Publicado

2016-06-01

Como Citar

Matos, C. A. de, Meneses, J. B. de, Bucoski, S. C. M., Mora, C. T. R., Fréz, A. R., & Daniel, C. R. (2016). Existe diferença na mobilização precoce entre os pacientes clínicos e cirúrgicos ventilados mecanicamente em UTI? . Fisioterapia E Pesquisa, 23(2), 124-128. https://doi.org/10.1590/1809-2950/13965623022016

Edição

Seção

Pesquisa Original