Pressões respiratórias máximas: equipamentos e procedimentos usados por fisioterapeutas brasileiros

Autores

  • Dayane Montemezzo Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação
  • Marcelo Velloso Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação
  • Raquel Rodrigues Britto Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação
  • Verônica Franco Parreira Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1809-29502010000200010

Palavras-chave:

Equipamentos para diagnóstico, Fisioterapia^i1^sEspecialid, Prática profissional^i1^sestatística & dados numéri, Ventilação voluntária máxima

Resumo

A mensuração das pressões respiratórias máximas - método de avaliação das condições de força dos músculos respiratórios - é um teste voluntário e esforço-dependente, com aplicações clínicas de ordem diagnóstica e terapêutica. Há uma grande variedade de equipamentos e interfaces para sua execução, o que acarreta uma relativa ausência de padronização. O objetivo deste estudo foi identificar os diferentes equipamentos, procedimentos e forma de interpretar a mensuração das pressões respiratórias máximas entre fisioterapeutas brasileiros. Dezenove fisioterapeutas respiratórios, de 13 diferentes instituições, situadas em três regiões do país, responderam a um questionário sobre esses aspectos. Os resultados mostram que prevaleceu o uso de manovacuômetro analógico (60%), com tubo de silicone (60%) e interface do tipo bocal tubular (53,4%), contendo orifício de fuga de 1 a 2 mm de diâmetro (86,6%), associado ao uso de clipe nasal (100%). Na mensuração, foi observado um número mínimo de três testes aceitáveis e reprodutíveis (80%) e, para a análise dos valores encontrados, todos usam valores de referência ou equações preditivas. Os dados sugerem que existe uma relativa uniformidade em relação à mensuração das pressões respiratórias máximas entre fisioterapeutas brasileiros.

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Publicado

2010-06-01

Como Citar

Montemezzo, D., Velloso, M., Britto, R. R., & Parreira, V. F. (2010). Pressões respiratórias máximas: equipamentos e procedimentos usados por fisioterapeutas brasileiros . Fisioterapia E Pesquisa, 17(2), 147-152. https://doi.org/10.1590/S1809-29502010000200010

Edição

Seção

Pesquisa Original