Comparação entre indivíduos hemiparéticos com e sem histórico de quedas com base nos componentes da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde

Autores

  • Christina Danielli Coelho de Morais Faria Universidade Federal de Minas Gerais; Departamento de Fisioterapia
  • Viviane Amaral Saliba Universidade Federal de Minas Gerais; Departamento de Fisioterapia
  • Luci Fuscaldi Teixeira-Salmela Universidade Federal de Minas Gerais; Departamento de Fisioterapia
  • Sylvie Nadeau Université de Montréal

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1809-29502010000300010

Palavras-chave:

Acidente cerebral vascular, Acidentes por quedas, Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde

Resumo

O objetivo deste estudo foi comparar hemiparéticos com e sem histórico de quedas nos últimos seis meses (caidores e não-caidores) segundo os componentes da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. Dezesseis hemiparéticos não-caidores (62,3±16,6 anos), com tempo de acidente vascular encefálico (AVE) de 38,0±48,3 meses, e 16 caidores (61,0±17,0 anos), tempo de AVE de 48,0±50,7 meses, de ambos os sexos, comunitários e deambuladores, foram avaliados quanto a funções e estruturas do corpo (torque do músculo quadríceps do lado parético e escala de depressão geriátrica), atividade - velocidade de marcha (VM) natural e máxima, teste de levantar e caminhar cronometrado (timed up & go) e escala de equilíbrio de Berg - e participação (pelo perfil de saúde de Nottingham e escala de qualidade de vida específica para AVE). Os dados foram tratados estatisticamente, com nível de significância α<0,05. Não houve diferença significativa entre os grupos quanto à idade, sexo e tempo de AVE (0,56

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Publicado

2010-09-01

Como Citar

Faria, C. D. C. de M., Saliba, V. A., Teixeira-Salmela, L. F., & Nadeau, S. (2010). Comparação entre indivíduos hemiparéticos com e sem histórico de quedas com base nos componentes da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde . Fisioterapia E Pesquisa, 17(3), 242-247. https://doi.org/10.1590/S1809-29502010000300010

Edição

Seção

Editorial