Controle de tronco e sua relação com quadro clínico, área comprometida e fase pós-acidente vascular encefálico

  • Tamise Aguiar Caires Universidade Federal do Triângulo Mineiro
  • Gislaine Valeria Silva Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Shamyr Sulyvan de Castro Universidade Federal do Ceará; Departamento de Fisioterapia
  • Luciane Aparecida Pascucci Sande de Souza Universidade Federal do Triângulo Mineiro; Departamento de Fisioterapia
Palavras-chave: Acidente Vascular Cerebral, Reabilitação, Tronco

Resumo

O objetivo deste estudo é caracterizar pacientes com acidente vascular encefálico (AVE), correlacionando as pontuações da escala de equilíbrio de tronco (EDT) com a área da lesão, idade, o quadro clínico e seu estágio de evolução. Foram avaliados 78 pacientes por meio da EDT e da caracterização, com análise dos seguintes dados: tipo de AVE, fase da doença, quadro clínico, área cerebral comprometida, sexo e fatores de risco. Os resultados mostram que não houve relação entre a pontuação da EDT e as demais variáveis. Estes achados levam a concluir que o controle de tronco pode ser algo bastante particular que, portanto, requer uma avaliação específica nos casos de AVE, e a EDT pode ser uma ferramenta para tal finalidade. As variáveis de caracterização testadas não foram fatores determinantes de padrões típicos de controle postural.

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Publicado
2018-06-01
Como Citar
Caires, T., Silva, G., Castro, S., & Souza, L. (2018). Controle de tronco e sua relação com quadro clínico, área comprometida e fase pós-acidente vascular encefálico. Fisioterapia E Pesquisa, 25(2), 224-228. https://doi.org/10.1590/1809-2950/17025025022018
Seção
Pesquisa Original