O espaço fluído no imaginário das artes contemporâneas: a sensibilidade emergente

  • Valéria Cristina Pereira da Silva Universidade Federal de Goiás
Palavras-chave: Arte, fluidez, sensibilidade, lugar, paisagem

Resumo

As artes são, a priori, fontes privilegiadas de acesso à cultura e ao imaginário social. A partir delas, o espaço e o tempo descortinam-se como referências nas quais emergem saberes, a percepção, as astúcias, angústias, questionamentos e alternativas poético-simbólicas do momento. As artes pinçam o zeitgeist – o espírito de época - a mentalidade do período e seu universo de sentido. O que há nele de secreto e invisível ganha evidência. Desse modo, a arte põe a ver, a sentir, pensar e a imaginar. Neste artigo pretendo abordar fenomenologicamente obras de artes visuais que trazem o imaginário da fluidez e os sentidos perceptivos como um sintoma do espaço-tempo em que vivemos e suas implicações. A partir do recorte das obras de Tom Storm, Cao Guimaraes, Ernesto Neto, Laura Vinci, Vinícius de Souza Almeida, Neli Azevedo, Adriana Giora, Li Hongbo e a exposição “Olfatória: O cheiro na Arte” na X Bienal do Mercosul busco identificar como as formas do sensível são postas em ação e como as imagens da fluidez desdobram-se em lugar e paisagem.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Valéria Cristina Pereira da Silva, Universidade Federal de Goiás
Prof. Dra. da Universidade Federal de Goiás, vinculada ao Instituto de Pesquisas Socioambientais IESA/UFG, onde desenvolve pesquisas ligadas aos temas: Imaginário da Cidade, Geografia e Literatura e Arte, Cultura,  Sensibilidades Contemporâneas e Pós-modernidade.
Publicado
2018-01-15
Como Citar
Silva, V. (2018). O espaço fluído no imaginário das artes contemporâneas: a sensibilidade emergente. Revista Geografia, Literatura E Arte, 1(1), 94-123. https://doi.org/10.11606/issn.2594-9632.geoliterart.2018.142143
Seção
Artigos