O lugar do caipira no processo da modernização

Autores

  • Neusa de Fátima Mariano Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de Geografia

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2001.123610

Palavras-chave:

Caipira, cultura, mercado, acumulação de capital, trabalho, Jaú

Resumo

O texto que ora apresentamos é parte de urna pesquisa em nível de mestrado ainda em andamento. O que se objetiva, neste contexto, é o entendimento da cultura caipira em um momento da nossa sociedade em que a economia de mercado mostra-se cada vez mais agressiva no que diz respeito à competitividade. O caipira, durante muito tempo, manteve-se isolado do mundo do trabalho, não por vadiagem ou falta de oportunidade, porém pela sua desnecessidade. Em seu modo de vida não havia sentido a acumulação de capital, daí a rusticidade ser uma das suas características. Com a necessidade cada vez maior de acumulação de capital pela sociedade moderna, o caipira torna-se também um trabalhador assalariado e o seu modo de vida totalmente inserido no mundo da mercadoria. É este o processo que vem ocorrendo com o caipira de Jaú, município do estado de São Paulo

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Biografia do Autor

Neusa de Fátima Mariano, Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de Geografia

Pós-graduanda em Geografia Humana do Departamento de Geografìa da Universidade de São Paulo

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Publicado

2001-06-06

Como Citar

MARIANO, N. de F. O lugar do caipira no processo da modernização. GEOUSP Espaço e Tempo (Online), [S. l.], v. 5, n. 2, p. 127-135, 2001. DOI: 10.11606/issn.2179-0892.geousp.2001.123610. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/geousp/article/view/123610. Acesso em: 3 fev. 2023.

Edição

Seção

Artigos