A presença da ausência: um paradoxo geográfico

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2022.195614

Palavras-chave:

Percepção, Experiência, Espaço-tempo, Mente, Matéria

Resumo

A partir de uma abordagem que trata mente e matéria como planos indissociáveis, defendemos a hipótese de que, em qualquer avaliação de caráter espacial, o espaço ausente é parte do espaço presente. A presença da ausência se manifesta tanto no âmbito do deslocamento de materialidades heterotópicas quanto no âmbito da experiência humana, que permite que carreguemos conosco valores e impressões acerca das paisagens e dos lugares que outrora vivenciamos. Assim, construímos a ideia de que a presença da ausência é um paradoxo verificado na análise geográfica. Através de uma abordagem epistemológica, demonstramos que a nossa percepção é sempre enviesada pelas experiências localizadas no espaço-tempo, que proporcionam alterações nos gostos e preferências que desenvolvemos acerca do espaço. A reflexão deste artigo permite considerarmos a flexibilização de nossas manifestações etnocêntricas à medida que defendemos o fato de que cada um de nós somos portadores de uma excepcionalidade mundana.

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Biografia do Autor

Leonardo Luiz Silveira da Silva, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Salinas

Geógrafo, Doutor em Geografia. Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Salinas.

Alfredo Costa, Instituto Federal do Rio Grande do Sul

Geógrafo, Doutor em Geografia. Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal do Rio Grande do Sul - Campus Caxias do Sul.

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Publicado

2022-09-22

Como Citar

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