O FENÔMENO DA SEGUNDA RESIDÊNCIA: O CASO DO RIO GRANDE ENTRE OS ESTADOS DE SÃO PAULO E MINAS GERAIS

Autores

  • Sara Pugliesi Larrabure Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2009.74144

Palavras-chave:

Segunda residência, Lazer, Turismo, Produção do espaço.

Resumo

Este artigo aborda o fenômeno da segunda residência em uma localidade do interior do Brasil, composta por dezesseis municípios situados entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, ao longo do rio Grande. Nessa região encontram-se seis usinas hidrelétricas cujas implantações , a partir da década de 60, resultaram na formação de represas, valorizando-a ainda mais como espaço de lazer e recreação. Esse estudo, além de localizar, qualificar e quantificar esse tipo de ocupação na região, mostra como a construção de segundas residências contribuiu e contribui para a produção do espaço, ocupando de forma distinta quase toda a margem do rio.

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Biografia do Autor

  • Sara Pugliesi Larrabure, Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

    Mestranda na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH – USP). Orientadora: Profª Drª Rita de Cássia Ariza da Cruz.

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Publicado

2009-12-30

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

LARRABURE, Sara Pugliesi. O FENÔMENO DA SEGUNDA RESIDÊNCIA: O CASO DO RIO GRANDE ENTRE OS ESTADOS DE SÃO PAULO E MINAS GERAIS. GEOUSP Espaço e Tempo (Online), São Paulo, Brasil, v. 13, n. 3, p. 93–106, 2009. DOI: 10.11606/issn.2179-0892.geousp.2009.74144. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/geousp/article/view/74144.. Acesso em: 17 jul. 2024.