Discurso soberano performativo-metateatral no <em>Anfritrião</em> de Plauto: sobre homens e deuses

Autores

  • Rodrigo Tadeu Gonçalves Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2358-3150.v18i2p120-148

Palavras-chave:

Plauto, performatividade, Sofística, metateatro

Resumo

Este artigo analisa a peça Anfitrião de Plauto a partir da proposição de uma discursividade de viés sofístico-demiúrgico a partir da presença de personagens divinos (Mercúrio e Júpiter) e dos efeitos teatrais e metateatrais de suas intervenções autoconscientes no desenrolar do enredo, desde o longo prólogo de Mercúrio até os semi-prólogos dos dois deuses a cada reinício de unidades estruturais (identificadas como arcos por C. W. Marshall). Procuro avaliar de que maneira Plauto maneja a discursividade do poder divino a fim de mascarar o jogo teatral dentro da peça, com ênfase na autoconsciência performativa do discurso de Mercúrio e de Júpiter.

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Publicado

2014-11-01

Como Citar

Gonçalves, R. T. (2014). Discurso soberano performativo-metateatral no <em>Anfritrião</em> de Plauto: sobre homens e deuses. Letras Clássicas, 18(2), 120-148. https://doi.org/10.11606/issn.2358-3150.v18i2p120-148

Edição

Seção

Artigos