Riso e enigma em Sócrates

Autores

  • Adriano Machado Ribeiro Universidade de São Paulo; Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2358-3150.v0i7p219-246

Palavras-chave:

riso, filosofia, Apologia, Sócrates, Platão, Eutidemo

Resumo

O artigo busca mostrar como as diversas manifestações de alegria no Eutidemo de Platão contrapõe-se à seriedade exigida por Sócrates para a filosofia. Sendo assim, o riso, o sorriso e a gargalhada pressupõem um saber que humilha um interlocutor tratado como antagonista. A tarefa da filosofia, por sua seriedade investigativa, deve deixá-los de lado. Platão, contudo, não deixa de lançar no diálogo certo sorriso ao leitor. Na Apologia, além disso, a tarefa socrática parece provocar um riso semelhante aos jovens do Eutidemo. Mas por que Platão, enigmaticamente, não o diz claramente?

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Publicado

2003-12-17

Como Citar

Ribeiro, A. M. (2003). Riso e enigma em Sócrates. Letras Clássicas, (7), 219-246. https://doi.org/10.11606/issn.2358-3150.v0i7p219-246

Edição

Seção

Artigos