A democracia nos limites de seu esgarçamento conceitual

Autores

  • Mayra Goulart Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Instituto de Estudos Políticos e Sociais

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2237-4485.lev.2012.132295

Resumo

Este trabalho visa situar as contribuições antipodais de Carl Schmitt e Jürgen Habermas em um espectro em cujos extremos estão, por um lado, a fé iluminista e, por outro, o ceticismo weberiano. No entanto, mais do que uma análise sobre as contribuições de dois autores, enriquecida pela contraposição, esta reflexão foi concebida com o intuito de desenvolver um embate entre duas perspectivas a respeito da própria filosofia. Em particular, objetivo da pesquisa é apresentar as formas pelas quais estes dois autores se apropriam dos conceitos de soberania popular e direitos humanos, chegando a conclusões que podem ser vistas como antitéticas. Ao final, buscar-se-á imaginar uma possível resposta de Schmitt às críticas que lhe são empreendidas por Jürgen Habermas.

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Biografia do Autor

Mayra Goulart, Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Instituto de Estudos Políticos e Sociais

Doutoranda (e mestre) em Ciência Política pelo Instituto Universitário do Rio de Janeiro

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Publicado

2012-04-18

Como Citar

Goulart, M. (2012). A democracia nos limites de seu esgarçamento conceitual. Leviathan (São Paulo), (4), 108-137. https://doi.org/10.11606/issn.2237-4485.lev.2012.132295

Edição

Seção

Teoria Política