Carolina e o drama da população descartável

Autores

  • Rita de Cássia Camargo Universidade Federal da Bahia
  • Lourenço Cardoso Universidade Estadual Paulista J. M. Filho, Araraquara

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2594-5963.lilit.2012.97536

Palavras-chave:

Colonização, Invisibilidade, Literatura, Miséria

Resumo

Neste breve ensaio foi possível constatar, entre outras coisas, que o cânone literário brasileiro não é neutro. Ao contrário, é localizado, ou seja, hegemonicamente branco, ocidental e paternalista. No que se refere à escritora Carolina Maria de Jesus, ao falar por si mesma, acaba por provocar tensão, situação que torna difícil ser indiferente a sua figura e literatura. Se é difícil tratá-la com indiferença, a melhor estratégia é invisibilizá-la. O Núcleo História e Memória do Museu AfroBrasil, ao visibilizar Carolina Maria de Jesus, possilibilita às pessoas conhecerem-na e, desta maneira, resgata uma parte de nossa História.

Biografia do Autor

Rita de Cássia Camargo, Universidade Federal da Bahia

Pesquisadora, mestranda do Programa de Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo pela ufba, (Brasil), Bacharel em Letras pela puc-sp, (Brasil).

Lourenço Cardoso, Universidade Estadual Paulista J. M. Filho, Araraquara

Pesquisador, doutorando em Sociologia pela Unesp/Araraquara (Brasil), mestre em Sociologia pela Universidade de Coimbra (Portugal), bacharel em História pela puc-sp (Brasil).

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Publicado

2012-04-28