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Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor".
  • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word (doc, docx) ou OpenOffice (odt).
  • URLs para as referências foram informadas quando possível.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.
  • Em caso de submissão a uma seção com avaliação pelos pares (ex.: artigos), as instruções disponíveis em Assegurando a avaliação pelos pares cega foram seguidas.

Diretrizes para Autores

INSTRUÇÕES DE NORMATIZAÇÃO:

1. Os textos devem ser submetidos através da plataforma OJS ou enviados para o e-mail revflt@usp.br, em extensão *.doc ou *.docx, na fonte Times New Roman, corpo 12, espaçamento 1,5, com até 8500 palavras no corpo do texto, até 3000 nas notas e 1500 nas referências bibliográficas.

2. É necessário incluir resumos em português e em inglês ou em espanhol, com até 270 palavras cada. As palavras-chave, de três a cinco, devem ser separadas por ponto-e-vírgula e com ponto final.

3. Os artigos devem ser enviados sem qualquer informação que possa identificar os autores ou vinculação a grupos de pesquisa, título de trabalhos acadêmicos apresentados/defendidos (comunicação, dissertação, tese) ou nomes de departamentos e/ou orientadores aos quais os autores estão vinculados, entre outros, devem ser excluídos. Quando necessário, os autores podem indicar no texto, em substituição aos trechos suprimidos os seguintes dizeres: “Trecho removido para preservar a avaliação às cegas”. Caso seja aprovado o artigo, o autor terá oportunidade de incluir as informações novamente na versão que será publicada.

4. Os(as) autores(as) devem enviar um documento (*.doc ou *.docx) extra com seu(s) nome(s) em negrito, vínculo institucional e/ou profissional, publicação (se houver) de livro, contendo entre parênteses o gênero, editora e ano, o número ORCID e um endereço eletrônico para contato que possa ser divulgado.

5. REFERÊNCIAS NO TEXTO

As remissivas bibliográficas das citações devem aparecer no sistema autor-data, entre parênteses, em meio ao texto:

5. 1. A referência ao autor ou autores de uma citação deve vir entre parênteses, contendo o sobrenome do autor, o ano de edição da obra e a página em que se encontra a citação. O sobrenome do autor deve vir em versalete, e a(s) página(s) antecedida(s) de p.
Exs.: (CARPEAUX, 1966, p. 57), (BOSI, 1995, p. 198-203), (GOMES, 1981, p. 121-2).

5. 2. Mesmo que o sobrenome seja claramente uma expressão composta, como Costa Lima, Sales Gomes, Almeida Prado, deve-se indicar apenas o último: LIMA, GOMES, PRADO.

5. 3. A referência deve vir logo após a citação.
Ex.: Devemos ter em mente que “a análise de um poema é frequentemente a pesquisa das suas tensões” (CANDIDO, 1993, p. 30).

5. 4. Se o nome do autor aparece antes da citação, os dados podem aparecer ao lado do nome.
Ex.: Ao tratar do método de leitura, Antonio Candido (1993, p. 30) diz que “a análise de um poema é frequentemente a pesquisa das suas tensões”.

5. 5. Se a menção for feita após a citação, não é necessário repetir o nome do autor.
Ex.: Ao tratar do método de leitura, Antonio Candido diz que “a análise de um poema é frequentemente a pesquisa das suas tensões” (1993, p. 30).

5. 6. Caso haja duas obras do autor com a mesma data (publicadas no mesmo ano), deve-se evitar a confusão indicando com letra cada uma das edições:
Exs.: (ROSENFELD, 1985a, p. 45), (ROSENFELD, 1985b, p. 101). Na bibliografia ao final, os títulos também deverão ter a indicação da letra correspondente.

5. 7. Se houver mais de um autor, deve-se citar os dois, ligados ou por ponto-e-vírgula.
Exs.: (CANDIDO; CASTELLO, 2008, p. 220-30) ou (CANDIDO e CASTELLO, 2008, p. 220-30).

5. 8. Se a citação não for literal, com aspas, deve-se indicar que o leitor “confira” se a citação é fiel ao texto original: “cf.”.
Ex.: Ao tratar do método de leitura, Antonio Candido diz que analisar um poema é constantemente fazer uma pesquisa das tensões que organizam o texto (cf. 1993, p. 30).

5. 9. Ao citar uma passagem a partir de outra obra, não diretamente, deve-se colocar a expressão “apud”, equivalente a “referido por”, “citado por”.
Ex.: Ao definir o épico, Goethe e Schiller dizem que “a autonomia das partes constitui caráter essencial do poema épico” (apud ROSENFELD, 1985, p. 32).

5. 10. Se uma obra for citada mais de uma vez em seguida, basta citar a nova página, acompanhada da expressão latina “Idem”, indicando ser o mesmo autor.
Ex.: (MILLIET, 1985, p. 102); em seguida (Idem, p. 109).

5. 11. Se for o caso de uma análise de texto, em que este seja citado várias vezes, basta indicar por inteiro na primeira ocorrência, e indicar a página nas demais.
Ex.: (LISPECTOR, 1960, p. 33); e a partir daí apenas (p. 54), (p. 82), e assim por diante.

5. 12. Se uma citação trouxer uma expressão em itálico, não é necessário dizer que o grifo é do autor da obra; mas se o autor do artigo quiser colocar itálico numa ou mais expressões, deve registrar o fato.
Ex.: (NUNES, 2010, p. 145, grifo(s) meu(s)).

5. 13. No caso das citações destacadas em parágrafo próprio, sem aspas, a indicação vem também ao final da citação, depois do ponto final, ficando “solta” (sem ponto).
Ex.: Sobre a questão do ato de interpretar, diz o autor:

Se os sinais gráficos que desenham a superfície do texto literário fossem transparentes, se o olho que neles batesse visse de chofre o sentido ali presente, então não haveria forma simbólica, nem se faria necessário esse trabalho tenaz que se chama interpretação. (BOSI, 1988, p. 274)

5. 14. Uma obra só deve trazer as referências se de fato for citada; a simples menção da obra não requer dado nenhum, a não ser, por exemplo, que o autor queira registrar o ano da primeira edição; mas os dados da edição utilizada no trabalho só devem aparecer se a edição for realmente citada em alguma de suas partes.

5. 15. Informações complementares devem vir em notas, reduzidas, de rodapé, e numeradas como segue:
Nonono¹,      Nonono²;      Nonono³:
Nonono¹ –    Nonono²)      Nonono.³
Nonono?¹     Nonono!²      Nonono...³

5. 16. Palavras estrangeiras devem vir em itálico.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

As referências completas devem ser listadas em ordem alfabética no final do texto, como segue:

6. 1. O título de obra literária ou das outras artes, bem como de obras científicas, deve vir em itálico com as iniciais em minúscula, excetuando-se os nomes próprios.
Exs.: O cortiço; Recordações do escrivão Isaías Caminha; O cacto e as ruínas; Rio, 40 graus; Meus caros amigos; O homem sem qualidades; Moça com brinco de pérola; O ser e o nada; O inferno é aqui mesmo; História concisa da literatura brasileira.

6. 2. O título de jornais, revistas e obras seriadas recebe maiúsculas em todas as palavras, excetuando-se as preposições.
Exs.: Jornal da Tarde; Literatura e Sociedade; Novos Estudos Cebrap; Boletim Acontece; Jornal do Comércio; Isto É; Fatos e Fotos.

6. 3. No caso das revistas acadêmicas, só se deve colocar a expressão “revista” para os casos em que, sem ela, o nome desaparece, casos em que a expressão é o próprio nome.
Exs.: Revista USP; Revista do IEB; Revista do Livro; A Revista; Revista do IEA.

6. 4. Mas quando houver um nome independente da instituição que a publica, e sem a palavra “revista” no nome, não se deve colocar tal palavra, como também não colocar subtítulo da revista, nem a instituição que a publica. Ver exemplos no item 6. 7.
Exs.: Literatura e Sociedade; Opiniães; Teresa; Terceira Margem; Remate de Males; Língua e Literatura; Argumento; Novos Estudos Cebrap; Via Atlântica; Todas as Musas etc. O leitor identifica como revista, mesmo que não a conheça, pelos dados a seguir (número, volume, ausência de editora).

6. 5. A parte de uma obra qualquer deverá vir entre aspas, sem itálico e em minúsculas (salvo os nomes próprios), sendo qual for a natureza dessa parte (capítulo, conto, novela, poema, crônica, seção de livro, faixa de um cedê ou elepê, episódio de um filme, ensaio de revista, artigo de jornal, verbete de dicionário etc.).
Exs.: “As ideias fora do lugar” (capítulo de livro); “O espelho” (conto); “A educação pela pedra” (poema); “Campo geral” (novela); “Anúncio de João Alves” (crônica); “Um eu todo retorcido” (seção de livro); “Nada será como antes” (canção); “O homem público, uma figura em extinção na natureza” (artigo de jornal); “Fluxo de consciência” (verbete).

6. 6. A separação de título e subtítulo faz-se com dois pontos, sem itálico no subtítulo.
Ex.: A.P. Tchekhov: cartas para uma poética.

6. 7. Na indicação completa da obra, devem constar os seguintes dados: sobrenome (em versalete) e nome do autor; título de parte da obra (se for citada); título da obra; organizador (se houver); tradutor (se houver); número da edição; cidade; casa editora; ano; número das páginas (se estiver citada uma parte da obra). Qualquer dado adicional só deve aparecer se for importante para o contexto.
Exemplos com todos os casos:
a) Livro todo:
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula: caderno de análise literária. 4. ed. São Paulo: Ática, 1993.
b) Capítulo de livro:
CANDIDO, Antonio. “Uma aldeia falsa”. In: Na sala de aula. Caderno deanálise literária. 4. ed. São Paulo: Ática, 1993, p. 20-37.
c) Livro em coautoria:
CANDIDO, Antonio; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira: história e antologia. 10. ed. rev. São Paulo: Bertrand Brasil, 1997, v. 2: Modernismo.
d) Livro com organizador:
SCHWARZ, Roberto (org.). Os pobres na literatura brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1983.
e) Livro com vários autores:
BOSI, Viviana et al. (orgs.). O poema: leitores e leituras. Cotia: Ateliê Editorial, 2001.
f) Artigo em periódico:
FRIEDMAN, Norman. “O que faz um conto ser curto?”. Trad. de Marta Cavalcante de Barros. Revista USP. São Paulo, n. 63, p. 219-30, set.-nov. 2004.
XAVIER, Ismail. “O exemplar e o contingente no teatro das evidências”. Literatura e Sociedade. São Paulo, n. 14, v. 2, p. 14-23, 2010.
g) Artigo em jornal:
ARRIGUCCI JR., Davi. “Drummond meditativo”. O Estado de S. Paulo. São Paulo, 12 jul. 2007 (Caderno 2, p. 6-7).
h) Quando o autor se repetir:
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula: caderno de análise literária. 4. ed.
São Paulo: Ática, 1993.
Idem. “Uma aldeia falsa”. In: Na sala de aula. Caderno de análise literária. 4. ed. São Paulo: Ática, 1993, p. 20-37.
i) Quando autor e obra se repetirem:
Idem, ibidem, p. 40-66.

6. 8. Na citação de entrevista, a entrada se faz pelo autor entrevistado, com menção ao entrevistador, sem aspas.
Ex.: MARCOS, Plínio. Entrevista a Edla van Steen. In: STEEN, Edla van (comp.). Viver & escrever. Porto Alegre: L&PM, 1981, v. 1, p. 249-66.
Se houver título na entrevista, ele precede a menção ao(s) entrevistador(es).
Ex.: CANDIDO, Antonio. “A Literatura é um direito humano fundamental”
[Entrevista a Luis Augusto Fischer, Flávio Loureiro Chaves e Flávio de Azevedo e Souza]. Ponto e Vírgula. Porto Alegre, ano 1, n. 2, p. 6-9, maio-jun. 1991.

6. 9. Se o livro ou artigo estiver na internet, bastará colocar ao final a expressão:
“Disponível na internet” (sem aspas).

6. 10. Quando a obra não trouxer algum dado da edição, anotar com abreviaturas entre colchetes: [s.l.] sem lugar de publicação; [s.e.] sem editora; [s.d.] sem data; [s.p.] sem página.
Ex.: EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. Trad. de Waltensir Dutra. São Paulo: Martins Fontes [s.d.].

6. 11. Quando forem citadas duas obras de um mesmo autor, o nome do autor deve aparecer por completo nas duas vezes (e não com um traço no lugar do nome).

6. 12. As referências em língua estrangeira seguem as mesmas normas.

6. 13. Deve-se deixar o espaço de uma linha entre as obras citadas.

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