Magma https://www.revistas.usp.br/magma <p>A <em>Magma</em> Revista é uma publicação do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Atualmente, a revista, que inicialmente foi criada com o objetivo de divulgar a produção do corpo discente do departamento, aceita trabalhos de pós-graduandos em atividade, e pesquisadores com titulação de até cinco anos para as seções de artigos. Para as seções de criação, tradução e resenha recebemos trabalhos de graduandos em atividade de pesquisa, pós-graduandos e pesquisadores titulados, sem restrições.&nbsp;</p> Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas pt-BR Magma 0104-6330 <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li class="show">Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <ol type="a"> <ol type="a"> <li class="show">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <ol type="a"> <li class="show">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ol> Editorial https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/173706 <p>Editorial da <em>Magma</em> Revista.&nbsp;</p> Comissão Editorial Magma Copyright (c) 2019 Comissão Editorial Magma 2019-12-27 2019-12-27 15 9 13 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.173706 O pacto de silêncio na estória de Maria Mutema https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/173743 <p>O artigo propõe uma leitura da estória de Maria Mutema, espécie de conto incrustado no romance Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa, enfocando o desenvolvimento do tema do duplo, discernível nas relações entre os personagens Maria Mutema, o marido assassinado, Padre Ponte e Maria do Padre, cujos destinos são enfeixados por um “pacto de silêncio”.</p> Daniel Cavalcanti Atroch Copyright (c) 2019 Daniel Cavalcanti Atroch 2019-12-27 2019-12-27 15 49 65 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.173743 Schwarz lê Brecht https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/173825 <p>É possível dizer que há uma mudança considerável na leitura que Roberto Schwarz faz de Bertolt Brecht. Se por um lado seu comentário – por ocasião da tradução de A Santa Joana dos matadouros – é determinado por uma admiração estética e intelectual em relação à obra do dramaturgo, por outro lado o tom de seu provocativo ensaio – “Altos e baixos da atualidade de Brecht”– é mais crítico e até, em certo modo, pessimista a respeito das potencialidades abertas pela insistência contemporânea nos procedimentos do teatro épico brechtiano devido, sobretudo, às suas correspondentes transformações em “artigos de consumo” em meio à extinção do antigo movimento operário e da era das revoluções, bem como ao fato do capitalismo ter supostamente se tornado um fator dinâmico. É nesse sentido que essa reflexão visa recuperar os argumentos desenvolvidos nesses dois textos e propor e delimitar ao menos dois momentos da leitura que Schwarz faz de Brecht, levando em consideração sua explicação fundamental para tal metamorfose – a ausência de um referente de revolução social que conferisse fôlego e sentido às teorias e ao teatro brechtianos.</p> Lindberg Campos Filho Copyright (c) 2019 Lindberg Campos Filho 2019-12-27 2019-12-27 15 67 91 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.173825 De “Notas de crítica literária” a “Quatro esperas”: Antonio Candido leitor de narrativas ficcionais https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/173827 <p>Contemplando parte de pesquisa mais abrangente sobre a recepção crítica de Graciliano Ramos e Guimarães Rosa desde a crítica de jornal, o objetivo do artigo é abordar questões de método quanto à leitura de prosa de ficção na crítica de Antonio Candido. O <em>corpus </em>é formado por escritos que vão de “Notas de crítica literária” (anos 1940) até “Quatro esperas” (1990). Nesse sentido, identificamos as sete principais referências de Candido para esse tipo de leitura e realizamos considerações sobre sua mentalidade juntiva.</p> André Barbosa Macedo Copyright (c) 2019 André Barbosa Macedo 2019-12-27 2019-12-27 15 93 114 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.173827 Amor versus Sociedade: as “noites de Romeu e Julieta” e o mito de Don Juan na poesia de Castro Alves https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/173828 <p>Este ensaio focaliza a oposição estabelecida entre amor e sociedade na poesia de Castro Alves através de seu diálogo com o mito de Don Juan e com a peça <em>Romeu e Julieta</em>, identificando na noite o cenário privilegiado para a realização amorosa. Parte-se da hipótese de que a alusão à noite estaria relacionada à negação da rigidez da sociedade. Sendo assim, o presente artigo tem como objetivo analisar, a partir da perspectiva da literatura comparada, de que modo esse diálogo contribui para uma concepção mais liberal do amor na obra do poeta baiano, profundamente atrelada aos seus poemas abolicionistas.</p> Tereza Cristina Mauro Copyright (c) 2019 Tereza Cristina Mauro 2019-12-27 2019-12-27 15 115 130 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.173828 “Trincheira de retaguarda”: uma entrevista com Iná Camargo Costa https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/173744 <p>Referência obrigatória não apenas para os estudos literários, como também para o pensamento crítico atual, Iná Camargo Costa discorre, nesta entrevista, sobre temas diversos – formação universitária, prática docente, ensaios e livros, engajamento político e cultural –, mas principalmente sobre teatro.</p> Aryanna dos Santos Oliveira Daniel Essenine Takamatsu Arantes Guilherme Caliendo Marchesan Thiago dos Santos Martiniuk Natasha Belfort Palmeira Copyright (c) 2019 Aryanna dos Santos Oliveira, Daniel Essenine Takamatsu Arantes, Guilherme Caliendo Marchesan, Thiago dos Santos Martiniuk, Natasha Belfort Palmeira 2019-12-27 2019-12-27 15 22 45 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.173744 Satã, o pacto e o sacrifício na literatura ocidental https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/173835 <p>O pacto demoníaco é um antigo tema da tradição ocidental, fortemente presente em sua literatura. Ele apresenta muitas variantes, mas associá-lo à discussão do sacrifício, como estudado por René Girard, pode ajudar a compreender alguns de seus aspectos presentes desde os Evangelhos até as obras da tradição fáustica. Alguns desses aspectos são o nível de realidade da existência do demônio, a perda da alma como sacrifício pelo pacto, o sacrifício de inocentes como parte do preço a ser pago e a relação do pacto, do sacrifício e da estruturação do poder social. Essas questões se colocam de modo particularmente complexo no <em>Fausto</em> de Goethe, em que podemos ver a trajetória do personagem como uma representação da razão no Ocidente e a aposta sobre sua alma como uma reflexão sobre seus destinos.</p> Lucas Mateocci Lopes Copyright (c) 2019 Lucas Mateocci Lopes 2019-12-27 2019-12-27 15 133 149 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.173835 Forma abierta en modo épico: una lectura de Galáxias desde la teoría de la novela https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/173836 <p>En este escrito se ha ensayado una aproximación a <em>Galáxias </em>de Haroldo de Campos basada en la noción de crisis de la objetividad elaborada en la teoría de la novela. Aunque <em>Galáxias </em>no sea una novela, hemos argumentado que su teoría, en especial la reflexión sobre los límites de la escritura épica en la modernidad capitalista, puede ofrecer un marco crítico relevante para leer este singular proyecto de nueva prosa. Para ensayar tal aproximación, hemos analizado detenidamente un texto de <em>Galáxias </em>escrito en 1966. En términos generales, el presente ensayo fue escrito buscando posibles puntos de contacto entre la teoría de la novela y una teoría de la forma abierta de orientación prosaica.</p> Jorge Andrés Manzi Cembrano Copyright (c) 2019 Jorge Andrés Manzi Cembrano 2019-12-27 2019-12-27 15 151 170 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.173836 A crise do romance segundo os ensaios e o conto “An unwritten novel” de Virginia Woolf https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174028 <p>Este artigo analisa o conto “An unwritten novel”, de Virginia Woolf, à luz da discussão proposta pela própria autora em diversos de seus ensaios acerca das dificuldades e das possibilidades encontradas por seus contemporâneos em relação à escrita de ficção. O que define o gênero romance, para a autora, é uma preocupação com a apreensão e a representação de algo por ela denominado como <em>character</em>, que é tanto uma personagem na obra quanto um traço fundamental da experiência humana materializado em um indivíduo real e percebido por um escritor. Em relação à própria geração, Woolf identifica a necessidade de rompimento com as convenções então vigentes do romance para que a forma possa, uma vez mais, estabelecer essa aproximação entre escritor, mundo e leitor centrada na representação do <em>character</em>. O conto analisado aprofunda essa discussão não necessariamente em seus temas, mas principalmente na instabilidade formal de seu narrador.</p> José Pereira de Queiroz Copyright (c) 2019 José Pereira de Queiroz 2019-12-27 2019-12-27 15 171 201 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174028 “Crises” e mutações do romance: um estudo de caso https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174035 <p>O presente ensaio é uma pequena contribuição ao estudo do problema de certo romance contemporâneo, de sua forma, bem como dos signos por ele mobilizados, a fim de fornecer elementos para pensarmos as “crises” e mutações do romance (enquanto forma), a partir da análise da obra Almoço Nu (1959), do escritor norte-americano William S. Burroughs (1914-1997).</p> Luis Fernando Catelan Encinas Copyright (c) 2019 Luis Fernando Catelan Encinas 2019-12-27 2019-12-27 15 203 215 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174035 A representação da Inglaterra e da Escócia em The expedition of Humphry Clinker https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/173966 <p>Este artigo tem por objetivo analisar a representação da Inglaterra e da Escócia no romance <em>The expedition of </em>Humphry Clinker (1771), do escritor escocês Tobias Smollett. Escrito em forma epistolar, o romance narra as impressões de uma família galesa acerca das cidades que visita durante uma viagem pela Grã-Bretanha. Assim, as cartas do romance permitem conhecer a Inglaterra e a Escócia do século XVIII sob uma variedade de perspectivas. Apesar da união dos parlamentos da Escócia e da Inglaterra em 1707, a ideia de “britânico” no período em que o romance foi produzido estava muito atrelada à cultura e à língua inglesas, de modo que os escoceses eram vistos como inferiores aos ingleses. Sendo assim, cabe observar como, ao contrastar cidades da Inglaterra e da Escócia, Smollett pretende subverter os preconceitos e falsas concepções direcionados aos escoceses, tão comuns nos romances produzidos na Inglaterra, unificando a ideia de escocês àquela de britânico.</p> Carla Lento Faria Copyright (c) 2019 Carla Lento Faria 2019-12-27 2019-12-27 15 217 234 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.173966 Michel Butor, voz(es) https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174044 <p>O escritor francês Michel Butor (1926-2016) refletiu sobre a voz e os efeitos da vocalidade e da oralidade na tradução, enquanto criação literária, e na leitura enquanto <em>performance</em>. Para este presente ensaio, proponho um percurso de análise que se inicia com o livro sonoro <em>Pensées à voix haute</em> (BUTOR, 2017) e de sua relação com as teorias sobre a voz (Zumthor, 2018; Dolar, 2014; Cesarino, 2014; Cavarero, 2011; Meschonnic, 2006), passando pela técnica de registro sonoro e de tradução do escritor para a elaboração do poema “Manhattan invention” (BUTOR, 2008 [1962]; 2004), culminando na análise de seu livro para crianças <em>Zoo</em> (BUTOR, 2001) do ponto de vista da formação do leitor na infância e da <em>performance</em> da leitura em voz alta. Butor, analisado segundo os teóricos da voz, imprime na tradução e na leitura o que há de mais contemporâneo dentro dos estudos discursivos: a abertura às múltiplas vozes a partir da unicidade vocálica.</p> Amayi Luiza Soares Koyano Copyright (c) 2019 Amayi Luiza Soares Koyano 2019-12-27 2019-12-27 15 235 256 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174044 Corpo, voz, cinema e performance no “texto 1”, de Antropofagias, de Herberto Helder https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174049 <p>A partir do “Texto 1” de <em>Antropofagias</em>, escrita em 1971 em Angola, pretendo depreender como o texto inaugural da referida série revela aspectos da poética de Herberto Helder. A opção do poeta português por uma vida de reclusão, sem aparições públicas, coloca em primeiro plano sua obra, o seu <em>corpus</em>. Sua figura ausente alterou significativamente o modo como se realiza a leitura da obra, já que põe em primeiro plano o corpo textual, num processo de dessubjetivação que confere à dimensão autoral menor importância. Os procedimentos lançados no “Texto 1”, como a evocação do corpo, a centralidade conferida ao leitor, a relação entre a poesia e outras artes – particularmente o cinema –, são elementos recorrentes que somados à invisibilidade física do poeta conferem valor corpóreo a seu <em>corpus</em>. No início da década de 1970, a significativa mudança no discurso das artes influencia a postura de artistas diante do mundo e do fazer artístico, resultando em uma nova forma de expressão alojada no limiar entre a vida e a arte: a arte da <em>performance</em>, expressão híbrida que toma o corpo como materialidade basilar para suas experiências. Investigando o exercício de assimilação entre arte e vida, a partir da mediação da escrita – que não se apresenta como fim em si mesma –, procuro nesta leitura articular a prática poética de Herberto Helder com procedimentos de seus contemporâneas na arte da <em>performance</em>.</p> Felipe Marcondes da Costa Copyright (c) 2019 Felipe Marcondes da Costa 2019-12-27 2019-12-27 15 257 277 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174049 Palíndromo fundamental: uma leitura de um poema de Madam, de Mirta Rosenberg https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174051 <p>Este artigo analisa o segundo poema de <em>Madam</em>, livro publicado pela poeta argentina Mirta Rosenberg em 1988. A partir de um palíndromo andrógino, em que instaura a potência da dupla significação das palavras (Freud, 2006, p. 165), a autora estabelece um espaço de equivocidade fecundo para a enunciação do sujeito e o ressoar da voz.</p> Sheyla Miranda Copyright (c) 2019 Sheyla Miranda 2019-12-27 2019-12-27 15 279 286 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174051 Osman Lins e Mia Couto: o inusitado encontro nas alturas https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174052 <p>Sob a égide da literatura comparada, propomos uma leitura crítica de <em>A ilha no espaço</em>, novela literária de Osman Lins publicada pela primeira vez em 1964, em cotejo com a crônica intitulada “A ascensão de João Bate-Certo”, presente em <em>Cronicando</em>, de 1991, do escritor moçambicano Mia Couto. Devido não apenas às condições distintas de cada escritor em relação a seu lugar de enunciação, mas também a anseios estéticos e políticos díspares, a princípio, a condução de uma análise que implicasse com algum êxito tais breves narrativas pareceu-nos pouco provável. Todavia, um inusitado encontro – aqui compreendido única e exclusivamente como exercício crítico – poderá ser justificado, sobretudo, pela obstinação de seus respectivos protagonistas e igualmente por elementos espaciais que favorecem em ambos os textos a construção de universos simultaneamente intrigantes e oníricos, os quais nos fazem inevitavelmente refletir sobre nossas posturas diante da solidão, do amor, da vida e da morte, para além de um permanente desejo de elevação social. Ademais, através do resgate de textos menos visitados de dois singulares escritores, invariavelmente apontados pelo público leitor por subverterem e espraiarem as potencialidades da linguagem literária, nós poderemos ouvir as mesmas vibrantes vozes que fizeram deles estimáveis artífices da palavra.</p> Adilson Frazin Copyright (c) 2019 Adilson Frazin 2019-12-27 2019-12-27 15 287 299 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174052 Apresentação https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174054 <p>Voz do Escritor</p> Magma Revista Copyright (c) 2019 Magma Revista 2019-12-27 2019-12-27 15 302 303 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174054 As vozes do feminino na voz de Angélica Freitas https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174057 <p>Em <em>Cartas a um jovem poeta</em>, Rainer Maria Rilke aconselha seu remetente, o jovem poeta Franz Xaver Kappus, a não buscar nas exterioridades o valor do seu trabalho. Se efetivamente escrever era uma necessidade para ele, o escritor o aconselha a procurar em si mesmo as razões: “Procure entrar em si mesmo. Investigue o motivo que o manda escrever; examine se estende suas raízes pelos recantos mais profundos de sua alma; confesse a si mesmo: morreria, se lhe fosse vedado escrever?” (Rilke, 2013, p. 22). Mais adiante, Rilke também sugere que ele deve “fugir dos motivos gerais para aqueles que a sua própria existência cotidiana lhe oferece” (idem, p. 23). Este parece ser o caminho que a escritora gaúcha Angélica Freitas seguiu ao publicar seu primeiro livro – <em>Rilke Shake</em> – em 2007. Jornalista de formação (UFRGS), não encontrou na rotina da profissão o tipo de escrita a qual almejava cultivar. Somente quando abandonou o jornalismo pôde se dedicar integralmente à literatura, sonho que a acompanhava desde a infância.</p> Fátima Ghazzaoui Copyright (c) 2019 Fátima Ghazzaoui 2019-12-27 2019-12-27 15 305 310 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174057 Poemas de Angélica Freitas https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174058 <p>Poemas de Angélica Freitas.</p> Angélica Freitas Copyright (c) 2019 Angélica Freitas 2019-12-27 2019-12-27 15 311 314 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174058 O que queria falar sobre Marília Garcia https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174060 <p>Marília Garcia é tradutora, editora e cofundadora da Luna Parque, editora independente de livros de poesia. Foi cocriadora e curadora da Revista <em>Modo de Usar e Co.</em>, ao lado de Angélica Freitas e Ricardo Domeneck, revista <em>on-line</em> que colecionou uma enorme variedade de poetas do mundo todo. Escreve colunas para jornais e revistas, aparece em festivais e eventos sobre literatura e, claro, é poeta. Até agora publicou seis livros, sendo o primeiro, <em>20 poemas para o seu walkman</em>, de 2007.</p> Julia Pasinato Izumino Copyright (c) 2019 Julia Pasinato Izumino 2019-12-27 2019-12-27 15 315 320 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174060 Quatro poemas de Marília Garcia https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174062 <p>Quatro poemas de Marília Garcia.</p> Marília Garcia Copyright (c) 2019 Marília Garcia 2019-12-27 2019-12-27 15 321 331 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174062 Omar Pérez: descrição precisa no país da poesia https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174065 <p>Omar Pérez (1964-) é poeta, tradutor e ensaísta. Foi considerado parte da “Generación de los ochenta” em Cuba e apareceu em algumas antologias que marcaram a escrita e a crítica do período – como Poesía cubana de los 80, de Alicia Llarena, e, especialmente, <em>Retrato de grupo</em>, organizado por Carlos Augusto Alfonso, Victor Fowler Calzada, Emilio Garcia Montiel e Antonio José Ponte. Sob a designação de “Generación de los ochenta”, um conjunto de poetas nascidos entre o fim dos anos 1940 e o começo dos anos 1960 se agrupou na azotea da poeta Reina María Rodríguez, em Havana, que Pérez frequentou em seus vinte e poucos anos: espaço de leitura e aprendizado de filosofia, assim como de discussão sobre a literatura. Ademais, na <em>azotea</em> circulavam livros de autores que não estavam nos catálogos editoriais oficiais.</p> Pacelli Dias Alves de Sousa Copyright (c) 2019 Pacelli Dias Alves de Sousa 2019-12-27 2019-12-27 15 335 336 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174065 Dois ensaios de Omar Pérez https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174066 <p>Tradução dos ensaios "El intelectual y el poder en Cuba" e "Cuerpo, sombra, umbral".</p> Omar Pérez Copyright (c) 2019 Omar Pérez 2019-12-27 2019-12-27 15 337 344 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174066 Poemas https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174067 <p>Poemas de Samanta Esteves.</p> Samanta Esteves Copyright (c) 2019 Samanta Esteves 2019-12-27 2019-12-27 15 347 349 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174067 Homônimo/ Memórias do cárcere https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174069 <p>Dois poemas de&nbsp;Zainne Lima da Silva.</p> Zainne Lima da Silva Copyright (c) 2019 Zainne Lima da Silva 2019-12-27 2019-12-27 15 352 353 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174069 29 de Junho de 2019 https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174071 <p>29 de Junho de 2019, de&nbsp;Mikhael de Oliveira Simões.</p> Mikhael de Oliveira Simões Copyright (c) 2019 Mikhael de Oliveira Simões 2019-12-27 2019-12-27 15 355 357 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174071 Epopeiazinha https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174073 <p>Epopeiazinha, de&nbsp;Jonatas Aparecido Guimarães.</p> Jonatas Aparecido Guimarães Copyright (c) 2019 Jonatas Aparecido Guimarães 2019-12-27 2019-12-27 15 359 369 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174073 A cidade https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174075 <p>A cidade, por&nbsp;Renato Amado Barreto.</p> Renato Amado Barreto Copyright (c) 2019 Renato Amado Barreto 2019-12-27 2019-12-27 15 371 376 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174075 Do limbo ao neon https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174076 <p>Do limbo ao neon, por&nbsp;Wellington Amancio Silva.</p> Wellington Amancio da Silva Copyright (c) 2019 Wellington Amancio da Silva 2019-12-27 2019-12-27 15 377 380 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174076 Biblioteca https://www.revistas.usp.br/magma/article/view/174079 <p>Biblioteca Magma</p> Aryanna Oliveira Copyright (c) 2019 Magma Revista 2019-12-27 2019-12-27 15 383 404 10.11606/issn.2448-1769.mag.2019.174079