Imagens em espiral: da circulação à aderência da sombra

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v13i2p155-177

Palavras-chave:

Midiatização, circulação, imagem, imaginário

Resumo

No cenário da midiatização verifica-se a complexificação das relações sociais, atravessadas por lógicas midiáticas que convocam memórias e transformam a noção de referência, potencializando a fixação de imagens-sombra. Em nossa visada, as imagens midiatizadas apresentam uma tripla condição: a) afetam o coletivo e a consolidação ou não de imaginários sociais; b) emergem de uma disputa pela atribuição de valor ao visível e c) implicam no desenvolvimento de domínios técnicos e apropriações. Neste artigo discute-se a circulação do que transita no imaginário midiático vinculado ao atentado à revista Charlie Hebdo desde as coberturas de 2015e seus intervalos até 2018. Como aportes teóricos mobilizamos Warburg e Didi-huberman, bem como os contributos específicos da midiatização, em especial a circulação e seus movimentos fágicos.

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Biografia do Autor

Ana Paula da Rosa, Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Jornalista, doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e mestre em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná. Atualmente é docente
e pesquisadora no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos.

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Publicado

2019-09-02

Como Citar

Rosa, A. P. da. (2019). Imagens em espiral: da circulação à aderência da sombra. MATRIZes, 13(2), 155-177. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v13i2p155-177

Edição

Seção

Em Pauta/Agenda