Prevenção e erradicação do trabalho infantil: mediações e comunicação pública

Autores

  • Luíza Mônica Assis Silva Universidade Católica de Brasília
  • Daniella Rocha Magalhães

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2017.139368

Palavras-chave:

Comunicação • Comunicação Pública • Organizações Da Sociedade Civil • Estudos de Recepção.

Resumo

Tivemos como objetivo compreender a natureza da comunicação realizada pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) como instância de mediação. Buscamos articular os saberes do campo organizacional, das instituições da sociedade civil, com as abordagens dos estudos de recepção (Martín-Barbero, 1995, 2008, 2009) e da comunicação pública (Mainiere, 2016; López, 2011; Matos, 2011; Duarte, 2009). A metodologia foi qualitativa, realizando-se análise documental de texto institucional, entrevista semiestruturada e observação nãoparticipante. As categorias analíticas foram a institucionalidade e a relação comunicação/cultura/política. Avaliamos que o FNPETI, por ter como função articular atores em torno do interesse público, configura-se como ator de mediação da área infantojuvenil, tendo na comunicação pública sua principal referência.

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Biografia do Autor

Luíza Mônica Assis Silva, Universidade Católica de Brasília

Doutora em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela Universidade de Brasília (UnB). Mestre e graduada em Ciência Política pela UnB. Graduada em Jornalismo pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (Ceub). Professora do Mestrado em Comunicação da Universidade Católica de Brasília (UCB), linha de pesquisa Processos Comunicacionais nas Organizações. Professora da graduação nos cursos de Jornalismo e Publicidade da UCB.

Daniella Rocha Magalhães

Mestre em Comunicação pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Especialista em Democracia, Participação e Movimentos Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais UFMG. Consultora na área de direitos humanos.

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Publicado

2017-09-13