O desafio crítico dos estudos para a paz

Autores

  • José Manuel Pureza Universidade de Coimbra

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2018.150549

Palavras-chave:

Estudos para a paz, Teoria das relações internacionais, Teoria Crítica, Johan Galtung

Resumo

Os estudos para a paz constituem um elemento frequentemente referido no bloco de propostas teóricas que, no quadro do que ficou conhecido como o “quarto debate”, veio contestar os pressupostos mais profundos do cânone racionalista e positivista em relações internacionais. Neste texto, tentarei mostrar, em primeiro lugar, como essa identidade da escola dos estudos para a paz foi construída a partir da negociação de tensões internas ao seu próprio discurso. Num segundo momento, ensaiarei uma leitura desse suposto desvirtuamento dos estudos para a paz, interrogando as vias de resgate possível do seu sentido crítico e emancipador originário no nosso tempo.

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Biografia do Autor

José Manuel Pureza, Universidade de Coimbra

• Doutor em Sociologia
• Catedrático de Relações Internacionais e pesquisador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
• Professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
• Destacam-se, entre seus principais trabalhos, os livros Violência e armas de fogo em Portugal (com organização de José Manuel Pureza, Rita Santos e Tatiana Moura – CES/Almedina, 2016, série “Cosmopolis”) e Jovens e trajectórias de violências: os casos de Bissau e da Praia (com organização de José Manuel Pureza, Katia Cardoso e Sílvia Roque – CES/Almedina, 2015).

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Publicado

2018-09-24