Parques Municipais de São Paulo no Século XXI

  • Vladimir Bartalini Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP)
  • Carolina Rodrigues Borges Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP)
Palavras-chave: São Paulo, Parques urbanos, Áreas verdes, Políticas públicas, Administração municipal

Resumo

De 1893, ano de nascimento da Inspetoria dos Jardins Públicos, até 1993, quando foi criada a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, os fatores intervenientes na produção dos parques públicos na cidade de São Paulo alteraram-se sensivelmente. Se durante o século XX os parques públicos, em sua maior parte, foram implantados em terrenos provenientes de loteamentos ou de desapropriação, contando basicamente com recursos orçamentários, já no final daquele século, e atualmente com maior força, passaram a ser utilizados outros expedientes para a criação e manutenção de novos parques. Para responder às novas atribuições, alteram-se a organização administrativa, as dotações orçamentárias e as fontes de recursos do órgão responsável pelas áreas verdes do município. A retrospectiva aqui realizada da atuação da municipalidade tem por objetivo fornecer subsídios para avaliar o que há de propositivo e de reativo no referente à política de implantação de novos parques públicos em São Paulo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Vladimir Bartalini, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP)
Professor Doutor Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP)
Carolina Rodrigues Borges, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP)
Bolsista de Iniciação Científica Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP)
Publicado
2012-06-30
Como Citar
Bartalini, V., & Borges, C. (2012). Parques Municipais de São Paulo no Século XXI. Paisagem E Ambiente, (30), 173-186. https://doi.org/10.11606/issn.2359-5361.v0i30p173-186
Seção
História