Wandering as potency in Don Quixote

Authors

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2317-2762.posfau.2019.147568

Keywords:

Don Quixote, Wandering, Deconstruction

Abstract

From Don Quixote's refusal to seek courts or cities, made explicit in a dialogue with Sancho Panza in the twentieth-first chapter of the first part of Cervantes's book, this article reflects on his wandering, as a perambulation in the fields, but also as a non-function-oriented behavior and as an identity in constant invention. This reflection, with the various philosophical and literary references that it raises, finds not a peculiarity of the knight from la Mancha, but a permanent tension in our culture, proposing Don Quixote as a reversion of the way we are used to read it.

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Author Biography

  • Gabriel Pedrosa, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica

    Pós-doutorando no programa de estudos pós-graduados em comunicação e semiótica da pontifícia universidade católica de são paulo, possui graduação, mestrado e doutorado em arquitetura e urbanismo pela universidade de são paulo. professor dos cursos de design industrial e arquitetura do centro universitário senac, da escola da cidade e do curso de pós-graduação design para a movelaria do senac. desenvolve, paralelamente, trabalhos de arte-educação, design gráfico e literatura.

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Published

2019-12-12

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Artigos

How to Cite

Pedrosa, G. (2019). Wandering as potency in Don Quixote. Pós. Revista Do Programa De Pós-Graduação Em Arquitetura E Urbanismo Da FAUUSP, 26(49), e147568. https://doi.org/10.11606/issn.2317-2762.posfau.2019.147568