Capitalismo extrativista na América Latina e as contradições da mineração em grande escala no Brasil

  • Ricardo Junior de Assis Fernandes Gonçalves Universidade Estadual de Goiás
Palavras-chave: Mineração. Território. Neoextrativismo. América Latina.

Resumo

Na primeira década do século XXI, o aumento do preço de commodities minerais como minério de ferro, cobre, ouro e alumínio, fortaleceu a expansão de novas fronteiras do extrativismo mineral na América Latina. Desse modo, o objetivo desta pesquisa é compreender os efeitos da mineração na economia e em territórios impactados por mega empreendimentos em países latino-americanos. Para isso, num segundo momento a centralidade da investigação priorizou a realidade brasileira. O modelo de extrativismo mineral exportador baseado nos grandes projetos fortalece estratégias de controle dos territórios e acumulação por espoliação. A escala de produção e consumo, os métodos e ritmos extrativos, assim como o uso e desperdício dos próprios minérios, água e energia ilustram a insustentabilidade e as contradições da mineração no Brasil e na América Latina.

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Biografia do Autor

Ricardo Junior de Assis Fernandes Gonçalves, Universidade Estadual de Goiás
Professor Doutor do Curso de Geografia da Universidade Estadual de Goiás – Campus Iporá. Pesquisador colaborador dos grupos Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (PoEMAS/UFJF) e Trabalho, Território e Políticas Públicas (TRAPPU/UFG).
Publicado
2017-09-21
Como Citar
Gonçalves, R. (2017). Capitalismo extrativista na América Latina e as contradições da mineração em grande escala no Brasil. Cadernos PROLAM/USP, 15(29), 38-55. https://doi.org/10.11606/issn.1676-6288.prolam.2016.133593
Seção
Artigos