QUESTÃO INDÍGENA NA AMÉRICA LATINA: DIREITO INTERNACIONAL, NOVO CONSTITUCIONALISMO E ORGANIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS INDÍGENAS

  • Vivian Urquidi Escola de Artes, Ciências e Humanidades; Programa Interunidades em Integração da América Latina. Universidade de São Paulo.
  • Vanessa Teixeira Programa Interunidades em Integração da América Latina. Universidade de São Paulo.
  • Eliana Lana Programa Interunidades em Integração da América Latina. Universidade de São Paulo.
Palavras-chave: América Latina, Cultura Latino-americana.

Resumo

Neste artigo tratamos da politização da questão indígena na América Latina a partir da
relação entre três elementos: o desenvolvimento do Direito Internacional, o novo constitucionalismo na
região e a organização dos movimentos indígenas. Identificamos que a conjuntura interna em relação à
população indígena e o modo como se constitui a esfera pública de direitos em cada país foram fatores favoráveis ao predomínio de um aspecto ou outro. Apesar disto, no cenário internacional, o conjunto dos diferentes fatores exerceu influências mútuas, fazendo com que a legislação internacional ficasse mais sensível para a temática indígena. Por sua vez, o Direito Internacional acabou legitimando demandas históricas dos movimentos indígenas em cada país e acelerando as reformas constitucionais locais para
abrigar uma cidadania étnica.

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Publicado
2008-06-01
Como Citar
Urquidi, V., Teixeira, V., & Lana, E. (2008). QUESTÃO INDÍGENA NA AMÉRICA LATINA: DIREITO INTERNACIONAL, NOVO CONSTITUCIONALISMO E ORGANIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS INDÍGENAS. Cadernos PROLAM/USP, 7(12), 199-222. https://doi.org/10.11606/issn.1676-6288.prolam.2008.82316
Seção
Artigos