Arqueologia fenomenológica, fenomenologia genética e psicologia: rumo à gênese das manifestações culturais

Autores

  • Pedro Henrique Martins Valério Universidade de São Paulo; Escola de Educação Física e Esporte
  • Cristiano Antunes Barreira Universidade de São Paulo; Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto

DOI:

https://doi.org/10.1590/0103-656420140075

Resumo

Neste artigo é realizada uma investigação teórica de fundamentos e princípios da fenomenologia clássica enquanto orientação metodológica para o estudo de fenômenos culturais. Tal investigação se inscreve no domínio qualitativo de pesquisa em psicologia e, portanto, no domínio da psicologia da cultura. Porém, ao considerar o domínio geral dos estudos fenomenológicos em psicologia, constata-se a regularidade de críticas à fenomenologia clássica, pondo em questão alguns pressupostos metodológicos adotados por Husserl, tendo por referência, sobretudo, seus trabalhos publicados em vida. Com base em autores contemporâneos que têm se dedicado ao estudo de suas últimas obras e manuscritos ainda não publicados, o debate em torno dessas críticas é atualizado de modo a inovar as reflexões sobre a aplicação empírica de sua fenomenologia. Verificam-se então equivalências entre a arqueologia fenomenológica das culturas e a fenomenologia genética que delineiam as primeiras orientações metodológicas para o estudo de fenômenos culturais.

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Publicado

2015-12-01

Como Citar

Valério, P. H. M., & Barreira, C. A. (2015). Arqueologia fenomenológica, fenomenologia genética e psicologia: rumo à gênese das manifestações culturais . Psicologia USP, 26(3), 430-440. https://doi.org/10.1590/0103-656420140075

Edição

Seção

Artigos Originais