O cine-pensamento de Deleuze: contribuições a uma concepção estético-política da subjetividade

Autores

  • Juliane Tagliari Farina Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional; Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Tania Mara Galli Fonseca Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional; Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.1590/0103-6564A20135213

Resumo

O presente artigo propõe a leitura dos livros Cinema I: Imagem-Movimento e Cinema II: Imagem-Tempo, de Gilles Deleuze, como uma proposta do filósofo para que encontremos no cinema da imagem-tempo uma imagem não dogmática do pensamento anunciada na obra Diferença e Repetição, encaminhando, assim, novas concepções ao pensamento de uma subjetividade implicada estética e politicamente. Para tal, o autor parte das concepções bergsonianas de imagem, tempo e memória para complexificar as noções de percepção, imagem, movimento e tempo, chegando, por fim, à vidência de um tempo puro e virtual, tornando o falsário o personagem conceitual tanto do cinema como do pensamento.

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Publicado

2015-04-01

Como Citar

Farina, J. T., & Fonseca, T. M. G. (2015). O cine-pensamento de Deleuze: contribuições a uma concepção estético-política da subjetividade . Psicologia USP, 26(1), 118-124. https://doi.org/10.1590/0103-6564A20135213

Edição

Seção

Artigos Originais