Naturalmente filmados: modos de atuar e viver nos postos indígenas do SPI em Mato Grosso

Autores

  • Lucybeth Camargo de Arruda Universidade Federal do Oeste do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2015.102103

Palavras-chave:

História indígena, Posto Indígena, Serviço de Prote- ção aos Índios, antropologia, história e fotografia

Resumo

Este artigo realiza um exercício de olhar e pensar a partir de uma seleção de fotografias de três coleções fotográficas produzidas pela Seção de Estudos (SE) do Serviço de Proteção aos Índios (SPI) em cinco Postos Indígenas localizados no Estado de Mato Grosso, nos anos de 1942 e 1943. A partir de abordagens e métodos de investigação que abarcam os campos da Antropologia, Fotografia e História, analisamos imagens produzidas pela equipe de Foto-Cinematografia, tendo como suporte a documentação produzida pelo spi no período de 1910 a 1945. O objetivo central é perceber a presença e a participação indígenas dentro do bloco monolítico chamado de “Posto Indígena”. Buscamos problematizar contextos inscritos na fotografia por sua ambiguidade inerente e encontrar os grupos indígenas Bororo, Bakairi, Terena, etc., atuando e participando do seu processo histórico. Concluímos que imagens e palavras se complementam e compõem narrativas da História dos Índios, através do SPI, nas primeiras décadas do século XX. 

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Publicado

2015-08-12

Como Citar

Arruda, L. C. de. (2015). Naturalmente filmados: modos de atuar e viver nos postos indígenas do SPI em Mato Grosso. Revista De Antropologia, 58(1), 149-196. https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2015.102103

Edição

Seção

Dossiê