Águas da discórdia: a transposição das águas do Rio São Francisco e as mudanças de curso da missão indigenista católica

Autores

  • Marcos Pereira Rufino Universidade Federal do Estado de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2013.64459

Palavras-chave:

missão católica, Cimi, indigenismo, ambientalismo, movimentos ambientais e ecológicos.

Resumo

A atividade missionária católica direcionada aos índios esteve, a partir da fase inaugurada pela criação do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), nos anos de 1970, voltada prioritariamente para o tratamento das questões relativas aos direitos indígenas, afirmados a partir de princípios irredutíveis e inegociáveis. Nos últimos anos, todavia, percebemos uma gradativa reorientação dessa atividade para a incorporação de questões ambientais na pauta indigenista da missão. Neste artigo, discuto o caso da transposição do Rio São Francisco e suas controvérsias, e as possibilidades que este caso nos oferece para repensar as práticas contemporâneas da atuação da Igreja Católica junto aos povos indígenas no país.

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Biografia do Autor

  • Marcos Pereira Rufino, Universidade Federal do Estado de São Paulo
    Possui graduação em Ciências Sociais (1993) e doutorado em Ciências - Antropologia Social (2002) pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor da Universidade Federal de São Paulo.

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Publicado

2013-06-30

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Rufino, M. P. (2013). Águas da discórdia: a transposição das águas do Rio São Francisco e as mudanças de curso da missão indigenista católica. Revista De Antropologia, 56(1), 15-44. https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2013.64459