A política da má vontade na implantação das cotas étnico-raciais

Autores

  • Marcio Goldman Universidade Federal do Rio de Janeiro. Museu Nacional
  • Gabriel Banaggia Universidade Federal do Rio de Janeiro. Museu Nacional

DOI:

https://doi.org/10.11606/1678-9857.ra.2017.132062

Palavras-chave:

Ações afirmativas, Inclusão, Racismo, Pós-graduação, Antropologia social

Resumo

A primeira parte deste texto elabora reflexões sobre racismo e inclusão que derivam do cruzamento de nossa formação como antropólogos e de nossa experiência como etnógrafos que acreditam que os efeitos do trabalho de campo e da etnografia devem ultrapassar em muito e em todas as direções o campo teórico ou acadêmico, já que há sempre algo a aprender com as pessoas com quem trabalhamos. Em seguida é apresentado um relato do longo processo de implantação das cotas étnico-raciais no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional. Além de sua importância intrínseca, acreditamos que esse registro pode ser útil para o crescente número de iniciativas que visam implementar políticas de ação afirmativa em diversos programas de pós-graduação. Ao mesmo tempo, não nos furtaremos a algumas primeiras avaliações do funcionamento e dos rumos que o processo vem tomando no PPGAS do Museu Nacional, bem como a propor algumas conexões entre essa experiência e as reflexões da primeira parte do texto.
        

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Biografia do Autor

  • Marcio Goldman, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Museu Nacional
            
  • Gabriel Banaggia, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Museu Nacional
            

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Publicado

2017-05-12

Edição

Seção

Resenha

Como Citar

Goldman, M., & Banaggia, G. (2017). A política da má vontade na implantação das cotas étnico-raciais. Revista De Antropologia, 60(1), 16-34. https://doi.org/10.11606/1678-9857.ra.2017.132062