https://www.revistas.usp.br/ran/issue/feed Revista Angelus Novus 2022-05-30T21:12:02-03:00 Revista Angelus Novus (RAN) rangelusnovus@gmail.com Open Journal Systems <p>Publicação dos Pós-Graduandos em História Econômica &amp; História Social da Universidade de São Paulo (USP)</p> https://www.revistas.usp.br/ran/article/view/198430 Eric Hobsbawm (1917‑2012) 2022-05-30T21:12:02-03:00 Lincoln Secco lsecco@usp.br <p>Ensaio sobre Eric Hobsbawm e o ”breve século XX”.</p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Lincoln Secco https://www.revistas.usp.br/ran/article/view/188820 Sem memória, sem democracia: perspectivas sobre a ascensão fascista no Brasil neoliberal 2021-07-25T12:36:46-03:00 Felipe Lazzari da Silveira felipe_lsilveira@hotmail.com <p>O presente artigo tem como escopo problematizar a ausência de memória social do passado autoritário e sua relação com o avanço do fascismo na sociedade brasileira no contexto contemporâneo. Tal esforço, consistente em um ensaio de caráter teórico e historiográfico, foi procedido mediante revisão de bibliografia sobre os temas pertinentes e os resultados da investigação estão estruturados em três tópicos, nos quais são analisados, respectivamente, o fascismo além de seu formato histórico, sua compatibilidade com neoliberalismo e o papel desempenhado pela ausência de memória do passado ditatorial no processo de intensificação das pulsões antidemocráticas.</p> 2022-03-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Felipe Lazzari da Silveira https://www.revistas.usp.br/ran/article/view/188932 O marxismo e a questão penal: entre o realismo de esquerda e os abolicionismos penais 2022-01-26T14:28:05-03:00 Gustavo Carneiro da Silva gustavo.carneiro.silva@usp.br <p lang="pt-BR" style="line-height: 120%; orphans: 2; widows: 2; margin-left: 0.5cm; margin-right: 0.5cm; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0.3cm;"><span style="font-family: EB Garamond 12;"><span style="font-size: small;">Com o objetivo de apontar alguns caminhos possíveis para a análise marxista da questão penal, o trabalho se debruça sobre as contribuições de duas vertentes comumente contrapostas: o realismo criminológico de esquerda, de autores como Jock Young e Roger Matthews, e os abolicionismos penais, de autores como Thomas Mathiesen e Angela Davis. Para tanto, realiza uma revisão bibliográfica com o fim de expor as principais teses de cada abordagem, relacionando-as às contribuições pertinentes elaboradas pela teoria social marxista. Posteriormente, busca delinear as contribuições que cada uma das perspectivas trouxe para o modo como a teoria marxista compreende os fenômenos envolvendo a punição e a questão penal. Do realismo criminológico de esquerda, destaca-se a contribuição para o destaque da importância que a ideologia possui na sustentação do sistema penal. Dos abolicionismos penais, são ressaltados a abordagem profundamente histórica do problema e o modo como deriva um programa político voltado para a atuação prática de suas análises. Por fim, o trabalho faz um breve apontamento sobre a ausência da crítica marxista.</span></span></p> 2022-04-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Gustavo Carneiro da Silva https://www.revistas.usp.br/ran/article/view/183380 A utopia do consumo: breve história do varejo de alimentos em Recife 2021-11-24T20:50:40-03:00 Frederico de Oliveira Toscano fredericotoscano@hotmail.com <p>Visando discutir a evolução do mercado varejista de alimentos em Recife e compreender sua relação com o consumidor entre meados do século XIX e a década de 1960, o artigo realiza uma revisão bibliográfica de trabalhos acadêmicos e livros sobre o varejo, bem como análise da publicidade de supermercados publicada no Diário de Pernambuco na década de 1950. Tendo por base as ideias de Michel de Certeau, o intuito do texto é entender as formas pelas quais a distribuição de alimentos produzidos no interior de Pernambuco se transformou ao longo do tempo. Esse estudo é feito por meio da análise das primeiras feiras de rua e mercados públicos. Aborda-se ainda como as antigas mercearias surgiram, além dos supermercados, modelo importado dos Estados Unidos e símbolo da nova forma de consumir, divulgada pelos meios de comunicação como eficiente, barata, prática e sobretudo moderna. Para isso, investiga-se a gênese desse tipo de estabelecimento em seu país de origem e de que forma ele alterou os hábitos de consumo dos norte-americanos. Pretende-se, enfim, debater a trajetória dos supermercados e compreender, em parte, as diferenças e semelhanças entre os modelos de autosserviço no varejo de alimentos no Brasil e nos Estados Unidos de 1850 a 1960.</p> 2022-06-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Frederico de Oliveira Toscano