Práticas de sustentabilidade corporativa em hospitais brasileiros acreditados: verificação do grau de maturidade quanto à dimensão ambiental

  • Glauce Nascimento
  • Claudia Affonso Silva Araujo
  • Luciana Albuquerque Alves
Palavras-chave: Sustentabilidade, Sustentabilidade ambiental, Hospitais acreditados, Grau de maturidade

Resumo

O principal objetivo deste artigo é verificar o grau de maturidade dos hospitais acreditados brasileiros em relação às práticas de sustentabilidade, mais especificamente na dimensão ambiental. Para isso, um questionário foi construído a partir da revisão de literatura e do método de avaliação do Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa (n.d.). Além disso, verificou-se a relação entre três ferramentas de sustentabilidade corporativa (certificação International Organization for Standardization [ISO] 14001, a publicação de relatórios de sustentabilidade e a existência de uma área dedicada à sustentabilidade na empresa) e a maturidade dos hospitais em relação às práticas de sustentabilidade. Os resultados apontam que, dos trinta e oito hospitais que participaram da pesquisa (43% do universo investigado), 58% das instituições obtiveram classificação de maturidade muito alta ou alta de acordo com os critérios estabelecidos. Ademais, algumas variáveis investigadas apresentaram diferenças estatisticamente significativas entre os hospitais que possuem a certificação ISO 14001, que publicam relatórios de sustentabilidade e que possuem uma área dedicada à sustentabilidade. Assim, os hospitais devem adotar atitudes para inserir cada vez mais a sustentabilidade em suas estratégias, como estabelecer um diálogo participativo com os stakeholders, que poderão aprimorar e elevar o grau de maturidade das instituições hospitalares

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Publicado
2017-03-01
Como Citar
Nascimento, G., Araujo, C., & Alves, L. (2017). Práticas de sustentabilidade corporativa em hospitais brasileiros acreditados: verificação do grau de maturidade quanto à dimensão ambiental. Revista De Administração, 52(1), 26–35. https://doi.org/10.1016/j.rausp.2016.10.001
Seção
Sustentabilidade