Talentos esportivos no judô e na natação

Autores

  • Florio Joaquim Silva Filho Universidade de São Paulo; Escola de Educação Física e Esporte
  • Tatiana Barros Meira Universidade de São Paulo; Escola de Educação Física e Esporte
  • Leandro Carlos Mazzei Universidade de São Paulo; Escola de Educação Física e Esporte
  • Flávia da Cunha Bastos Universidade de São Paulo; Escola de Educação Física e Esporte
  • Maria Tereza Silveira Böhme Universidade de São Paulo; Escola de Educação Física e Esporte

DOI:

https://doi.org/10.1590/1807-55092016000300627

Resumo

Este artigo teve por objetivo verificar a existência de um sistema de desenvolvimento de judocas e nadadores brasileiros talentosos, assim como descrever como ocorre o mesmo na prática, segundo a opinião dos técnicos dessas modalidades. Foi realizada uma pesquisa exploratória e descritiva, por meio da realização de entrevistas com 18 técnicos de alto rendimento, sendo 11 de natação e sete de judô. Os técnicos participantes responderam a 10 perguntas semiestruturadas, relacionadas com o desenvolvimento de talento esportivo no Brasil. Os resultados foram analisados por meio do método do “Discurso do Sujeito Coletivo” DSC. Segundo 77% dos técnicos, não existe uma diretriz nacional para o desenvolvimento de talentos para as duas modalidades estudadas, e 66% dos entrevistados afirmaram que o desenvolvimento dos atletas ocorre por meio de cada entidade esportiva. De acordo com a opinião dos técnicos, conclui-se que as entidades nacionais de administração do esporte não elaboram diretrizes nacionais para o judô e a natação no Brasil, sendo as entidades de prática esportiva - tais como Clubes, Associações e Entidades Municipais de Prática Esportiva - as responsáveis pelo desenvolvimento dos atletas em ambas as modalidades.

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Publicado

2016-09-01

Como Citar

Silva Filho, F. J., Meira, T. B., Mazzei, L. C., Bastos, F. da C., & Böhme, M. T. S. (2016). Talentos esportivos no judô e na natação . Revista Brasileira De Educação Física E Esporte, 30(3), 627-636. https://doi.org/10.1590/1807-55092016000300627

Edição

Seção

Sociocultural