A Carroça na Rota dos Balaios: Oralidade, Memória e Tradição

Autores

  • Gisele Vasconcelos Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9060.v15i0p75-83

Palavras-chave:

Ator-Contador. Memória. Oralidade

Resumo

Nas andanças com o espetáculo de teatro de rua "A Carroça é Nossa" os atores-contadores do grupo Xama, seguindo os rastros dos intérpretes viajantes, daqueles que andavam de cidade em cidade para cantar e declamar poemas, dosando o cantor e o narrador, assumem, de forma metafórica, o papel do “marinheiro comerciante” rumo ao encontro do “camponês sedentário”. Com o objetivo de realizar a circula- ção do espetáculo "A Carroça é Nossa" seguindo o percurso da Balaiada, no estado do Maranhão, o projeto Carroça na Rota dos Balaios, percorreu, no período de julho a outubro de 2015, comunidades localizadas nas cidades de Icatu, Itapecuru Mirim, Vargem Grande, Nina Rodrigues, Chapadinha, Urbano Santos, Anapurus, Brejo, Caxias e São Luís

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Biografia do Autor

Gisele Vasconcelos, Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes

doutoranda em Artes Cênicas, ECA-USP, professora MSc do Departamento de Artes da UFMA, pesquisadora do Grupo Pedagogias do Teatro e Ação Cultural – CNPq

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Publicado

2016-06-30

Como Citar

Vasconcelos, G. (2016). A Carroça na Rota dos Balaios: Oralidade, Memória e Tradição. Revista De Cultura E Extensão USP, 15, 75-83. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9060.v15i0p75-83

Edição

Seção

Artigos