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Educar para o mundo: experiência extensionista popular para direitos humanos e migrações

Allan Greicon Macedo Lima, Ana Carolina Mazzotini, Augusto Malaman, Augusto Veloso Leão, Caio Mader, Carolina Takahashi, Claudio Cavalcante, Guilherme Arosa Otero, Gustavo Pereira, Hugo Salustiano, Martin Egon Maitino, Natália Lima de Araújo, Phillip Willians

Resumo


A proposta do Educar para o Mundo é repensar a forma como se estuda e se atua na área de Relações Internacionais, especialmente nos projetos de extensão da área, inspirados em autores que pensam criticamente sobre a forma como a área acadêmica se relaciona com a sociedade à qual pertence. A exemplo de Paulo Freire, decidimos ir além da sala de aula para nos inserirmos na realidade dos imigrantes latino-americanos em São Paulo. Iniciamos nosso trabalho em uma escola pública que abrigava uma porcentagem significativa de crianças bolivianas e que tinha uma dificuldade considerável em lidar com este grupo. Após anos de uma relação profícua, porém difícil e desgastante, percebemos que o modelo de escola tradicional com que trabalhávamos oferecia mais barreiras do que novos caminhos para expandir nossa atuação com os migrantes e optamos por fortalecer nossa presença nos espaços públicos e junto aos movimentos organizados de imigrantes. Entendemos que o diálogo com interlocutores ativos e dispostos oferece grandes possibilidades de realizar o trabalho de extensão comunicativa popular. Este artigo apresenta os principais resultados alcançados por nosso coletivo em seus seis anos de existência e debate os caminhos da extensão popular para a área de Relações Internacionais.

Palavras-chave


Extensão Comunicativa. Educação para Direitos Humanos. Migração.

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9060.v13i0p65-82

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