Desigualdades por sexo e por raça e o direito aos transplantes de órgãos no Brasil

Autores

  • Alexandre Marinho Professor Adjunto da Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Rio de Janeiro/RJ – Brasil
  • Simone de Souza Cardoso Assistente de Pesquisa do Programa de Pesquisa para o Desenvolvimento Nacional (PNPD/IPEA). Rio de Janeiro/RJ – Brasil.
  • Vivian Vicente de Almeida Assistente de Pesquisa do Programa de Pesquisa para o Desenvolvimento Nacional (PNPD/IPEA). Rio de Janeiro/RJ – Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9044.v13i1p38-53

Palavras-chave:

Desigualdade, Sistema Único de Saúde, Transplante de Órgãos.

Resumo

O presente texto trata do perfi l dos transplantados e do problema das desigualdades no acesso aos transplantes de órgãos no Sistema Nacional de Transplantes (SNT) do Sistema Único de Saúde (SUS). A equidade nos procedimentos relacionados com transplantes de órgãos no Brasil recebe garantias constitucionais. Um recorte por gênero indica que o Brasil tem população com maioria de mulheres. Sob o ponto de vista étnico, pretos e pardos são a maioria da população. As necessidades de transplantes não diferem muito entre esses diferentes grupos populacionais. A despeito disso, contata-se que a maioria dos transplantes de órgãos, no Brasil, são feitos em homens e em brancos. Existem inúmeras causas para essas desigualdades.

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Publicado

2012-06-19

Como Citar

Marinho, A., Cardoso, S. de S., & Almeida, V. V. de. (2012). Desigualdades por sexo e por raça e o direito aos transplantes de órgãos no Brasil. Revista De Direito Sanitário, 13(1), 38-53. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9044.v13i1p38-53

Edição

Seção

Artigos Originais