A peregrinação das gestantes no Município do Rio de Janeiro: perfil de óbitos e nascimentos
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000500011Palavras-chave:
Enfermagem em saúde pública, Mortalidade infantil, Saúde materno-infantil, Sistemas de Informação, Distribuição espacial da populaçãoResumo
Trata-se de um estudo ecológico. Objetivou-se analisar as trajetórias dos nascimentos no município do Rio de Janeiro e identificar a relação entre oferta de serviços de saúde e fluxo de gestantes entre local de residência e a maternidade. Foram utilizados dados dos Sistemas de Informação sobre Mortalidade (SIM) e Nascidos Vivos (SINASC) de 2004. O processamento e mapeamento dos dados foram feitos através do programa TabWin. O SINASC processou 99.042 declarações de nascidos vivos e o SIM processou 1.318 declarações de óbitos em menores de um ano no Município do Rio de Janeiro. Concluiu-se que a possibilidade de intervenção no perfil da mortalidade infantil e materna desloca-se cada vez mais para a esfera dos serviços de saúde, e o acesso à assistência de qualidade tem papel fundamental na determinação da mortalidade. Deve-se investigar a existência de desigualdades no acesso a tais serviços.Downloads
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Publicado
2007-12-01
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Como Citar
Melo, E. C. P., Knupp, V. M. de A. O., Oliveira, R. B. de, & Tonini, T. (2007). A peregrinação das gestantes no Município do Rio de Janeiro: perfil de óbitos e nascimentos. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 41(spe), 804-809. https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000500011