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De Smith a Porter: um ensaio sobre as teorias de comércio exterior

Eduardo Senra Coutinho, Fernando de Vilhena Lana-Peixoto, Paulo Zschaber Ribeiro Filho, Hudson Fernandes Amaral

Resumo


A teoria clássica de comércio exterior procura explicar o comércio internacional a partir da produtividade relativa dos fatores de produção, determinando que o fluxo do comércio resulta de uma dotação inicial desses fatores. Ou seja, os países devem se especializar na produção dos bens para os quais possuam vantagens comparativas, oriundas da abundância dos fatores utilizados na produção desses bens. Por outro lado, a teoria das vantagens competitivas buscou elucidar empiricamente as determinantes da capacidade competitiva de determinados países, com o objetivo de verificar como emergem as vantagens obtidas no comércio internacional. Trata-se de buscar uma resposta para aquela que parece ser a pergunta central a ser respondida: por que empresas baseadas em determinadas nações alcançam sucesso internacional em segmentos e indústrias distintos? Diante disso, este trabalho procura realizar uma análise comparativa entre as teorias clássicas de comércio internacional e seus desenvolvimentos posteriores, os modelos baseados no desenvolvimento do mercado interno e na concorrência monopolística e a contribuição de Porter para o assunto.

Palavras-chave


Comércio internacional;Vantagens comparativas;Vantagens competitivas e Competitividade nacional

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DOI: http://dx.doi.org/10.5700/issn.2177-8736.rege.2005.36536

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