A representação binária do cérebro “feminino” e “masculino” na ciência e nos meios de comunicação

Autores

  • Olga E. Rodríguez-Sierra Universidade do Rio Grande do Norte. Instituto do Cérebro

DOI:

https://doi.org/10.7594/revbio.15.01.07

Palavras-chave:

Sexo, gênero, cérebro, interpretação binária, mídia

Resumo

Os estudos que investigam se existem diferenças entre o cérebro “masculino” e “feminino” procuram implicitamente naturalizar categorias que não só têm componentes biológicos, mas também componentes culturais e sociais. Assim, observa-se que tanto periódicos científicos como meios de comunicação tendem a relatar com maior frequência aqueles estudos que reafirmam a interpretação binária do sexo / gênero como algo dimórfico, fixo e estático. No entanto, consideradas em conjunto, as evidências são inconsistentes e não revelam grandes diferenças entre os sexos / gêneros. Por isso, recomenda-se incluir no debate público um questionamento das categorias que assumimos como naturais, para assim evitar posições essencialistas e deterministas

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Publicado

2018-04-23

Como Citar

Rodríguez-Sierra, O. E. (2018). A representação binária do cérebro “feminino” e “masculino” na ciência e nos meios de comunicação. Revista Da Biologia, 15(1), 56-64. https://doi.org/10.7594/revbio.15.01.07

Edição

Seção

Ensaio