A Lei de Imprensa e do comércio de livros de Filipe II, e seus reflexos na América Luso-Espanhola

Autores

  • José Gonçalves Salvador

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.1961.121512

Palavras-chave:

Imprensa, livros, América Espanhola

Resumo

Quando Filipe II assumiu a direção de seu vasto império, êste ainda não estava consolidado . A Espanha até 1492 preci-sou manter-se em luta com os mouros de Granada; os judeus nunca foram banidos completamente, e nos Países-Baixos es-talara a rebelião político-religiosa, visando a independência nacional. No longínqüo Novo Mundo, as índias de Castela mal ensaiavam os primeiros passos no caminho da civilização. E o pior de tudo é que acabara de surgir o movimento protes-tante, que também se vinha constituindo um embaraço à po-lítica unificadora, nacionalista e católica dos Habsburgos es-panhóis. Até ali, no Reino, a Reforma encontrou receptividade nas diversas camadas sociais, grangeando adeptos dia a dia. Importava, então, deter-lhe o avanço no país e iliminar as in-fluências já por êle semeadas. 

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Publicado

1961-06-30

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

SALVADOR, José Gonçalves. A Lei de Imprensa e do comércio de livros de Filipe II, e seus reflexos na América Luso-Espanhola. Revista de História, São Paulo, v. 23, n. 47, p. 91–124, 1961. DOI: 10.11606/issn.2316-9141.rh.1961.121512. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/121512.. Acesso em: 21 jul. 2024.