La fabrique de La notion moderne de magie: pratiques du comparatisme chez frazer, hubert et mauss

Autores

  • Marcello Carastro EHESS

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.v0ispep231-248

Resumo

Uns dos momentos-chave da história da noção de magia se define com as elaborações teóricas produzidas no Reino Unido e na França, no início do século XX. Os estudos comparatistas dos ritualistas de Cambridge e da escola sociológica francesa, de fato, contribuiram bastante para a formação de uma noção moderna de magia, a qual marcou profundamente o estudo dos fatos religiosos na história e na antropologia. Nesta contribuição, propomos analisar os procedimentos de elaboração desta noção, mobilizados no quadro dos trabalhos comparatistas, colocando em perspectiva o Ramo de Ouro, de James G. Frazer, e o Esboço de uma Teoria Geral de Magia, de Marcel Mauss e Henri Hubert. A interrogação concernirá, sobretudo, a maneira como estes autores, que possuíam uma sólida formação em história antiga, fizeram dialogar os "antigos" e os "selvagens", combinando materiais etnográficos com as fontes antigas.

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Publicado

2010-06-30

Como Citar

CARASTRO, M. La fabrique de La notion moderne de magie: pratiques du comparatisme chez frazer, hubert et mauss. Revista de História, [S. l.], n. spe, p. 231-248, 2010. DOI: 10.11606/issn.2316-9141.v0ispep231-248. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/19146. Acesso em: 28 set. 2022.

Edição

Seção

História e Antropologia