Editorial

Palavras-chave: Qualis CAPES, Autonomia da obra musical, Virada performática, Musicologia da performance, Musicologia sistemática

Resumo

Neste número, publicamos questionamentos sobre o conceito de autonomia da obra musical — uma questão que tem aflorado nas últimas décadas com a “virada performática” da musicologia —, além de análises de obras — o que demonstra que a musicologia sistemática está tão viva quanto a jovem musicologia da performance.

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Biografia do Autor

Marcos Câmara de Castro, Prof. Dr., Universidade de São Paulo

Marcos Câmara de Castro é escritor e Professor Associado do Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto (SP), responsável pelas disciplinas: Canto Coral, Educação Musical e etnomusicologia. Tem graduação (1983), mestrado (2001) e doutorado (2007) pela ECA/USP, aperfeiçoamento no CNSM-Paris, com bolsa CNPq (1988-1990) e pós-doutorado na Universidade de Lorena, Nancy (França) com bolsa BPE/FAPESP (2012-2013). É líder do grupo de pesquisa (CNPq) EsTraMuSE: estudos transdisciplinares em música, sociedade, educação, e desde 2016 é pesquisador associado no projeto temático FAPESP 2016/05318-7, O Musicar Local: novas trilhas para a etnomusicologia.

Referências

COOK, Nicholas. Beyond the score. Music as performance. New York: Oxford University Press, 2013.
Publicado
2019-11-11
Como Citar
Castro, M. (2019). Editorial. Revista Da Tulha, 5(1), 07-07. https://doi.org/10.11606/issn.2447-7117.rt.2019.164008
Seção
Editorial