O que restou de tudo isso? Signos da arte e da memória em 'Cinzas do Norte'

  • Julio Pimentel Pinto Universidade de São Paulo
Palavras-chave: Milton Hatoum, memória, arte, história e ficção

Resumo

O texto identifica a construção de três perfis distintos de artistas no romance Cinzas do Norte, de Milton Hatoum, e, por meio deles, reflete sobre a relação entre ficção e história, sobre a evocação do passado, o trabalho da memória e os sentidos da arte.

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Biografia do Autor

Julio Pimentel Pinto, Universidade de São Paulo
Professor do Departamento de História da Universidade de São Paulo.

Referências

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Umberto Eco, Seis passeios pelos bosques da ficção (São Paulo: Companhia das Letras, 1994)

Fernando Pessoa, Obra poética (Rio de Janeiro: José Aguilar, 1960)

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Milton Hatoum, Dois irmãos (São Paulo: Companhia das Letras, 2000)

Milton Hatoum, Órfãos do Eldorado (São Paulo: Companhia das Letras, 2008)

Milton Hatoum, A cidade ilhada (São Paulo: Companhia das Letras, 2009)

Milton Hatoum, Um solitário à espreita (São Paulo: Companhia das Letras, 2013)

Milton Hatoum, Cinzas do Norte (São Paulo: Companhia das Letras, 2005)

Luiz Costa Lima, A aguarrás do tempo (Rio de Janeiro: Rocco, 1989)

Luiz Costa Lima, Intervenções (São Paulo: Edusp, 2002)

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T.S. Eliot, “The Dry Salvages”. In: Obra completa (São Paulo: Arx, 2004)

Publicado
2016-10-07
Como Citar
Pinto, J. (2016). O que restou de tudo isso? Signos da arte e da memória em ’Cinzas do Norte’. Intelligere, 2(2), 11-22. https://doi.org/10.11606/issn.2447-9020.intelligere.2016.116525