A semântica do passado

Autores

  • Nelson Gonçalves Gomes Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2447-9020.intelligere.2020.180234

Palavras-chave:

Intuicionismo, antirrealismo, semântica do passado, condicionais contrafácticos

Resumo

Este artigo apresenta a linguagem do passado, no contexto do antirrealismo de Michael Dummett. Ao final, de modo breve, o papel dos condicionais contrafáticos é enfatizado.

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Biografia do Autor

Nelson Gonçalves Gomes, Universidade de Brasília

Professor titular de Filosofia na Universidade de Brasília (1976-2013). Professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Filosofia na UnB desde 2015. PhD pela Universidade de Munique (1975). Foi professor na Faculdade Católica de Filosofia de Santos (1967-69) e na Universidade de São Paulo (Ribeirão Preto, 1991-92). Realizou projetos de pós-doutorado em Munique, Londres, Oxford e Jerusalém. Áreas de especialização: (1) lógica, (2) filosofia analítica (neopositivismo) e (3) metaética (com ênfase sobre as relações entre lógica e discurso moral.

Referências

DUMMETT, Michael 2004. Truth and the Past. New York: Columbia University Press.

DUMMETT, Michael 2010 (2001). Realism. In The nature and future of philosophy. New York: Columbia University Press, pp. 125-136.

HEYTING, A. 1971 (1956): Intuitionism - An Introduction. Amsterdam/London: North Holland Publishing Company, 3a ed.

KANT, Immanuel 1968 (1783). Prolegomena zu einer jeden künftigen Metaphysik, die als Wissenschaft wird auftreten können. In Kants Werke – Akademie Textausgabe IV. Berlin: Walter de Gruyter & Co.

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Publicado

2020-12-29

Como Citar

Gomes, N. G. (2020). A semântica do passado. Intelligere, (10), 191-205. https://doi.org/10.11606/issn.2447-9020.intelligere.2020.180234