Representação político-eleitoral no Peru: fragmentação e construção partidária (2001-2016)

Autores

  • Aldo Panfichi Pontifícia Universidade Católica do Peru. Departamento de Ciências Sociais
  • Juan Dolores Pontifícia Universidade Católica do Peru. Departamento de Ciências Sociais

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i109p11-30

Palavras-chave:

fragmentação política, construção partidária, Fujimorismo, Aliança para o Progresso

Resumo

Desde 2000 a democracia peruana transitou sem problemas por quatro processos eleitorais subnacionais e quatro processos presidenciais. Não obstante, é considerada como um dos casos de maior fragmentação política na região. Efetivamente há uma forte separação entre os atores, a dinâmica política e os resultados eleitorais nacionais e subnacionais. Os partidos nacionais quase desapareceram nas regiões que, progressivamente, se transformaram em espaços controlados por movimentos regionais pouco articulados entre si. No entanto, uma análise mais detalhada mostra que dois partidos relativamente recentes, o Força Popular (Keiko Fujimori) e o Aliança para o Progresso (César Acuña) estão desenvolvendo estratégias sustentadas, mas diferentes, de construção partidária. Este artigo explora esses desenvolvimentos e propõe algumas hipóteses explicativas

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Biografia do Autor

Aldo Panfichi, Pontifícia Universidade Católica do Peru. Departamento de Ciências Sociais

é professor do Departamento de Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica do Peru

Juan Dolores, Pontifícia Universidade Católica do Peru. Departamento de Ciências Sociais

é bacharel em Sociologia pela Pontifícia Universidade Católica do Peru

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Publicado

2016-11-22

Como Citar

Panfichi, A., & Dolores, J. (2016). Representação político-eleitoral no Peru: fragmentação e construção partidária (2001-2016). Revista USP, (109), 11-30. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i109p11-30

Edição

Seção

Dossiê democracia na América Latina