A pesquisa em astronomia no Brasil

Autores

  • João Steiner Universidade de São Paulo; Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
  • Laerte Sodré Universidade de São Paulo; Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
  • Augusto Damineli Universidade de São Paulo; Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
  • Cláudia Mendes de Oliveira Universidade de São Paulo; Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i89p98-113

Palavras-chave:

astronomia brasileira, ensino, pesquisa, ESO

Resumo

Apresentamos uma breve história da pesquisa na astronomia brasileira. Ela teve grande impulso a partir de 1970, tendo crescido em produção científica a uma taxa média anual de cerca de 11% até 2000. Daí em diante a taxa de crescimento diminuiu apreciavelmente. Apresentamos, também, um recenseamento dos grupos de pesquisa e das pós-graduações. Existem pesquisadores com doutorado em astronomia em 41 instituições, a maioria com apenas um ou dois pesquisadores. Os programas de pós-graduação formam, atualmente, cerca de 30 mestres e 25 doutores por ano. Finalmente apresentamos algumas perspectivas assim como nosso ponto de vista sobre o acordo do Brasil com o European Southern Observatory (ESO).

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2011-05-01

Como Citar

Steiner, J., Sodré, L., Damineli, A., & Oliveira, C. M. de. (2011). A pesquisa em astronomia no Brasil . Revista USP, (89), 98-113. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i89p98-113