NEUROPOLÍTICA: O PAPEL DAS EMOÇÕES E DO INCONSCIENTE

Autores

  • ANTONIO LAVAREDA Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe).

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i90p120-147

Palavras-chave:

neuropolítica, emoções, comportamento eleitoral.

Resumo

Após resumir a evolução da abordagem das emoções e do inconsciente na psicologia e nos estudos recentes da neurociência e, do mesmo modo, condensar o espaço que esses tópicos ocupam nas principais teorias do século XX – que procuraram explanar o comportamento político, com ênfase no voto –, o texto apresenta quatro vertentes analíticas do campo que pode ser denominado de neuropolítica: a política entendida como disputa moral; o modelo de inteligência afetiva; a avaliação das estratégias emocionais das campanhas; e a mensuração direta das respostas emocionais e inconscientes a estímulos políticos. Na última etapa, o artigo apresenta a síntese dos  resultados preliminares de um estudo pioneiro no Brasil, de caráter experimental, que, usando eletroencefalografia e

eye tracker, buscou avaliar as respostas psiconeurofisiológicas de um grupo de eleitores da classe C diante de imagens dos candidatos presidenciais na eleição de 2010.

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Biografia do Autor

ANTONIO LAVAREDA, Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe).

Presidente do Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) e autor de, entre outros, A Democracia nas Urnas (Revan).

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Publicado

2011-08-30

Como Citar

LAVAREDA, A. (2011). NEUROPOLÍTICA: O PAPEL DAS EMOÇÕES E DO INCONSCIENTE. Revista USP, (90), 120-147. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i90p120-147

Edição

Seção

Dossiê