REDES SOCIAIS DIGITAIS, EPISTEMOLOGIAS RETICULARES E A CRISE DO ANTROPOMORFISMO SOCIAL

Autores

  • MASSIMO DI FELICE Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo ECA-USP, Centro de Pesquisa Atopos.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i92p6-19

Palavras-chave:

redes sociais digitais, pós-humanismo, teoria da complexidade, ecossistemas.

Resumo

O surgimento das redes digitais delineia-se, em nível teórico, como uma oportunidade para uma análise, não apenas sobre a importância do papel da comunicação na nossa sociedade, mas, também, sobre as transformações do conhecimento e das dinâmicas de inovação na nossa contemporaneidade. A partir desse contexto, o presente artigo propõe uma reflexão conceitual ao apresentar a perspectiva reticular como uma ruptura epistêmica, que tem suas origens em diversos campos do conhecimento científico desde a primeira metade do século XX, delineando-se, aos poucos, como uma nova forma explicativa da complexidade que encontra na forma tecnológico-comunicativa sua expressão concreta. A difusão da arquitetura reticular informativa de uma inteligência planetária aponta para a necessidade do repensamento do antropomorfismo social, tornando-se um dos desafios hermenêuticos da nossa época.

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Biografia do Autor

MASSIMO DI FELICE, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo ECA-USP, Centro de Pesquisa Atopos.

Professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo ECA-USP, coordenador do Centro de Pesquisa Atopos, e autor de Paisagens Pós-urbanas: o Fim da Experiência Urbana e as Formas Comunicativas do Habitar (Annablume).

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Publicado

2012-02-28

Como Citar

FELICE, M. D. (2012). REDES SOCIAIS DIGITAIS, EPISTEMOLOGIAS RETICULARES E A CRISE DO ANTROPOMORFISMO SOCIAL. Revista USP, (92), 6-19. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i92p6-19

Edição

Seção

Dossiê