As cadeiras extintas da Academia de Direito de São Paulo

Autores

  • Antonio Augusto Machado de Campos Neto

Palavras-chave:

Cadeiras extintas e respectivos decretos, Lentes que as lecionaram.

Resumo

A Academia de Direito de São Paulo, fundada em 1827 por Decreto Imperial, em toda a sua jornada de grade disciplinar evoluiu em consonância aos necessários procedimentos, caminhando na construção de uma tutela doutrinal e jurisprudencial, atendendo não-só a sociedade como, também, à correta busca de uma Nação voltada à segurança no intuito de assegurar uma democracia plena de Direito.
Desde a criação dos cursos jurídicos não há uma Cadeira em seu currículo – incluso as extintas por decretos governamentais - que não fosse de suma importância no período de sua vigência, a exemplo da intitulada Hygiene Publica lecionada por Augusto Cezar de Miranda Azevedo, Catedrático por Decreto de 21 de março de 1891, dando origem ao Direito Sanitário atualmente vinculado à Medicina, área de Saúde Pública, ou Direito Nacional e Direito Natural, dando margem ao Direito do Estado e à Introdução à Ciência do Direito. A Cadeira de Direito das Gentes, inicialmente inserida em parceria ao Direito Natural, deu margem ao Direito Internacional Público lecionada por José Maria Avelar Brotero, em 1828, tornando-se, na História da Academia de Direito como das mais importantes disciplinas da grade curricular.

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Publicado

2013-11-22

Como Citar

Campos Neto, A. A. M. de. (2013). As cadeiras extintas da Academia de Direito de São Paulo. Revista Da Faculdade De Direito, Universidade De São Paulo, 108, 93-115. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/rfdusp/article/view/67977

Edição

Seção

História do Direito