Microssociologia e reforma de expressão do imaginário social

Autores

  • Jean Duvignaud

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0102-25551986000100022

Resumo

Vamos hoje considerar questões práticas e técnicas que correspondem à análise que se pode dar dos fenômenos imaginários e da experiência que eles implicam. O primeiro ponto será para lembrar que aquilo a que chamamos fenômeno imaginário se acha sempre arraigado em grupos estreitos. Quero dizer, com isso, que nenhum dos fenômenos da estética sai normalmente da macrossociologia, isto é, do estudo da vida dos grandes conjuntos sociais, mas se enraíza, nasce, sempre, em grupos estreitos, grupos particulares, parciais, que correspondem àquilo que se chama de microssociologia. E é a partir desses pequenos grupos que a divulgação das matrizes criativas pode se desenvolver.

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Publicado

1986-12-01

Edição

Seção

Conferências