Emprego da glicerina como elemento auxiliar na conservação do vírus da febre aftosa

  • Cesar Eduardo Enriquez Rozas Ministério da Agricultura, Brasília
  • José de Angelis Côrtes Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Silvio Arruda Vasconcellos Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Fumio Honma Ito Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
Palavras-chave: Glicerina, Febre aftosa, Vírus

Resumo

Duas porções de uma mesma suspensão de vírus, tipo ‘C’ Waldmann, Subtipo ‘C3’ Indaial, da febre aftosa foram adicionadas a igual volume, respectivamente de glicerina e de diluente comum (Salina de Earle adicionada de 2.000 UI de penicilina G potássica e 2,0 miligramas de sulfato de estreptomicina por mililitro), e estocada a -20°C. Os resultados obtidos nas provas de Titulação sucessivas realizadas, em camundongos lactentes, imediatamente após e aos 117, 150, 185 e 213 dias de sua preparação revelam uma maior estabilidade da suspensão adicionada de glicerina.

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Publicado
1981-09-15
Como Citar
Rozas, C. E., Côrtes, J., Vasconcellos, S., & Ito, F. (1981). Emprego da glicerina como elemento auxiliar na conservação do vírus da febre aftosa. Revista Da Faculdade De Medicina Veterinária E Zootecnia Da Universidade De São Paulo, 18(2), 147-151. https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v18i2p147-151
Seção
MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA