Selênio em bovinos leiteiros do estado de São Paulo. II Níveis de Selênio nas forragens e concentrados

Autores

  • Carlos de Sousa Lucci Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Alvin Moxon Ohio State University, Columbus, OH
  • Marcus Antonio Zanetti Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Raul Franzolin Neto Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Dirceo Garcia Marcomini Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v21i1p71-76

Palavras-chave:

Concentrados, Forragens, Gado leiteiro, Selênio

Resumo

Oitenta pontos geográficos diferentes do estado de São Paulo foram amostrados quanto a alimentos volumosos e concentrados fornecidos aos animais, durante as épocas de chuva e de estiagem. Os resultados indicaram existir deficiências de selênio em gramíneas, que se acentuaram no período de estiagem. O milho, quer como planta inteira, ou grãos, mostrou-se pobre em selênio. Ao contrário, o farelo de trigo mostrou-se rico no teor do mineral.

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Publicado

1984-03-15

Como Citar

Lucci, C. de S., Moxon, A., Zanetti, M. A., Franzolin Neto, R., & Marcomini, D. G. (1984). Selênio em bovinos leiteiros do estado de São Paulo. II Níveis de Selênio nas forragens e concentrados. Revista Da Faculdade De Medicina Veterinária E Zootecnia Da Universidade De São Paulo, 21(1), 71-76. https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v21i1p71-76

Edição

Seção

ZOOTECNIA